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	Comentários sobre: Argumento de uma nota só	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Jun 2011 11:11:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: jorge moraes		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54683</link>

		<dc:creator><![CDATA[jorge moraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 11:11:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ihhh!  tão querendo cassar minha liberdade de expressão de novo !!!!! tava demorando !!! tava demorando !!!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ihhh!  tão querendo cassar minha liberdade de expressão de novo !!!!! tava demorando !!! tava demorando !!!!!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Antonio Carlos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54682</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 10:35:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54681&quot;&gt;Jeso Carneiro&lt;/a&gt;.

Segue o link.
https://www.acordapara.com.br/colunistas/jorge_calderaro/Nao%20a%20Divisao%20do%20Para.%20Nao%20mesmo!%20O%20que%20e%20bom%20nao%20se%20divide,%20se%20adminsitra..htm]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54681">Jeso Carneiro</a>.</p>
<p>Segue o link.<br />
<a href="https://www.acordapara.com.br/colunistas/jorge_calderaro/Nao%20a%20Divisao%20do%20Para.%20Nao%20mesmo!%20O%20que%20e%20bom%20nao%20se%20divide,%20se%20adminsitra" rel="nofollow ugc">https://www.acordapara.com.br/colunistas/jorge_calderaro/Nao%20a%20Divisao%20do%20Para.%20Nao%20mesmo!%20O%20que%20e%20bom%20nao%20se%20divide,%20se%20adminsitra</a>..htm</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54681</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 20:43:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54680&quot;&gt;Antonio Carlos&lt;/a&gt;.

Sua carta não comportou no espaço de comentário. É enorme. Mande o link, para que possa ser lida pelos interessados. Foi só isso. Não deixe de se levar por teorias conspiratórias infantins.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54680">Antonio Carlos</a>.</p>
<p>Sua carta não comportou no espaço de comentário. É enorme. Mande o link, para que possa ser lida pelos interessados. Foi só isso. Não deixe de se levar por teorias conspiratórias infantins.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Antonio Carlos		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54680</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 20:17:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Jeso
Esse seu espaço é democrático ou não?  
O objetivo desse espaço, não é o diálogo dos prós e contras?
Mais uma vez me convenço, que nós santarenos somos radicais, quando assunto é divisão do estado. Postei, já por duas vezes. uma carta de resposta a uma senhora de Alenquer, escrita pelo nosso conterrâneo Jorge Calderaro, e vc simplesmente não publicou, por que ? E a democracia?
E o direito de todos se expressar?
E o direito de todos os paraenses votarem. nessa proposta ridicula de divisão do Estado?
Agora vejo como alguns santarenos, são influenciados pelos amazonenses, que curtem uma aversão pelos paraenses, sem explicação, pois a recíproca não é verdadeira.
O plebiscito é para  que todos possam dar seu voto pelo sim ou pelo não,
Nós não podemos ficar querendo obrigar a todos  a votarem de acordo com a sua convenIência.
Vc bloqueiou os cometários a respeito da declaração, infantil, proferido pelo radialista Jorge Carlos por que isso?
Será que vc tem medo da verdade?,
Um abraço, e viva o PARÁ GRANDE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jeso<br />
Esse seu espaço é democrático ou não?<br />
O objetivo desse espaço, não é o diálogo dos prós e contras?<br />
Mais uma vez me convenço, que nós santarenos somos radicais, quando assunto é divisão do estado. Postei, já por duas vezes. uma carta de resposta a uma senhora de Alenquer, escrita pelo nosso conterrâneo Jorge Calderaro, e vc simplesmente não publicou, por que ? E a democracia?<br />
E o direito de todos se expressar?<br />
E o direito de todos os paraenses votarem. nessa proposta ridicula de divisão do Estado?<br />
Agora vejo como alguns santarenos, são influenciados pelos amazonenses, que curtem uma aversão pelos paraenses, sem explicação, pois a recíproca não é verdadeira.<br />
O plebiscito é para  que todos possam dar seu voto pelo sim ou pelo não,<br />
Nós não podemos ficar querendo obrigar a todos  a votarem de acordo com a sua convenIência.<br />
Vc bloqueiou os cometários a respeito da declaração, infantil, proferido pelo radialista Jorge Carlos por que isso?<br />
Será que vc tem medo da verdade?,<br />
Um abraço, e viva o PARÁ GRANDE</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anselmo Colares		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54679</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anselmo Colares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 00:26:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=24100#comment-54679</guid>

					<description><![CDATA[Jeso, e demais leitores e comentaristas
Desculpem, no comentário anterior, deixei algumas passagens truncadas. Apesar de que escrevi direto e na pressa, típico dessa &quot;linguagem digital&quot;. Fiquei depois refletindo novamente sobre as mensagens. Noto que geralamente quem é contra a criação do Estado, ou melhor, contra a divisão do Pará, fala de um jeito que simplifica a solução com medidas administrativas e políticas, ao mesmo tempo em que faz o discurso da aversão aos custos para o contribuinte.
Penso que o desejo de emancipação é alimentado ainda mais com estas alternativas, pois nos fazem pensar: e pq não fazem? pq nunca fizeram? pq só dizem que o Pará é indivisível, mas, na prática, tratam aos interioranos como sendo se segunda categoria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeso, e demais leitores e comentaristas<br />
Desculpem, no comentário anterior, deixei algumas passagens truncadas. Apesar de que escrevi direto e na pressa, típico dessa &#8220;linguagem digital&#8221;. Fiquei depois refletindo novamente sobre as mensagens. Noto que geralamente quem é contra a criação do Estado, ou melhor, contra a divisão do Pará, fala de um jeito que simplifica a solução com medidas administrativas e políticas, ao mesmo tempo em que faz o discurso da aversão aos custos para o contribuinte.<br />
Penso que o desejo de emancipação é alimentado ainda mais com estas alternativas, pois nos fazem pensar: e pq não fazem? pq nunca fizeram? pq só dizem que o Pará é indivisível, mas, na prática, tratam aos interioranos como sendo se segunda categoria.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anselmo Colares		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54678</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anselmo Colares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 20:28:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=24100#comment-54678</guid>

					<description><![CDATA[ôpa, peo menos surgiram alguns comentários com fundamentos, sejam prós on contrários ao novo estado. Nesta amostragem, dá para sentirmos o quanto há de quer feito, do ponto de vista educacional, e da comunicação, para que as pessoas consigam separar os argumentos apaixonados, dos argumentos ideológicos em prol das elites. Nesse sentido, penso que os primeiros, embora frágeis tecnicamente, são mais puros pois refletem o drama real e o sofrimento que vivem no cotidiano. Por outro lado, os argumentos ideológicos usam, de má fé, dados estatísticos em prol da defesa da manutenção de uma realidade que historicamente tem sido marcada por enormes desigualdades regionais, tanto na relação sul, norte, quanto dentro dos estados. Aqui vale lembrar uma frase utilizada por Roberto Pompeu de Toledo (não é dele) escrevendo nas páginas amarrelas da veja: &quot;As nossas elites são tão perversas que só conseguem se sentir como tais quando estão rodeadas de pobres&quot;. Pois é, este parece ser o deejo dos paraenses que não querem a divisão (da arrrecadação dos impostos, da atenção ao sistema educacional, da melhoria da assistência à saúde, à segurança e a adoção de políticas públicas voltadas para combater o agravamento das condições de miséria, etc). Enfim, e lançando mão de conceitos que me são caros, posso afirmar que informação é bem diferente de conhecimento. Portanto, muitos que se dizem informados, precisam se perguntar sobre quais suas fontes, e a partir de quais interesses os dados são produzidos e difundidos. Por outro lado, não podemos ser ingênuos em pensar que enviando e-mails faremos a cabeça dos formadores de opinião instalados nos grandes veículos de comunicação do país. Eles são porta vozes de certas conveniências. Podem até ser também dos que se posicionam a favor do Estado do Tapajós, mas com certeza essa mudança não será obtida apenas com os argumentos da emoção ou da razão, por mais fortes que sejam. Para finalizar, lembro uma estorinha contada pelo meu avô. Dois sujeitos estava prestando depoimento perante um delegado por conta de um crime. Cada um se esforçando para que sua versão fosse aceita. O advogado de um deles, vendo que seu cliente estava prestes a ser enquadrado na culpa, sacou do bolso uma quantidade expressiva de dinheiro e acenou para o delegado, discretamente. O delegado, disse então: Pelo que ouvi, você tem toda a razão, mas pelo que VEJO, você tem mais razão ainda. ENTÃO, dá para fazer alguma relação com a discussão em torno dos argumentos prós e contra o Tapajós.
Até breve]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ôpa, peo menos surgiram alguns comentários com fundamentos, sejam prós on contrários ao novo estado. Nesta amostragem, dá para sentirmos o quanto há de quer feito, do ponto de vista educacional, e da comunicação, para que as pessoas consigam separar os argumentos apaixonados, dos argumentos ideológicos em prol das elites. Nesse sentido, penso que os primeiros, embora frágeis tecnicamente, são mais puros pois refletem o drama real e o sofrimento que vivem no cotidiano. Por outro lado, os argumentos ideológicos usam, de má fé, dados estatísticos em prol da defesa da manutenção de uma realidade que historicamente tem sido marcada por enormes desigualdades regionais, tanto na relação sul, norte, quanto dentro dos estados. Aqui vale lembrar uma frase utilizada por Roberto Pompeu de Toledo (não é dele) escrevendo nas páginas amarrelas da veja: &#8220;As nossas elites são tão perversas que só conseguem se sentir como tais quando estão rodeadas de pobres&#8221;. Pois é, este parece ser o deejo dos paraenses que não querem a divisão (da arrrecadação dos impostos, da atenção ao sistema educacional, da melhoria da assistência à saúde, à segurança e a adoção de políticas públicas voltadas para combater o agravamento das condições de miséria, etc). Enfim, e lançando mão de conceitos que me são caros, posso afirmar que informação é bem diferente de conhecimento. Portanto, muitos que se dizem informados, precisam se perguntar sobre quais suas fontes, e a partir de quais interesses os dados são produzidos e difundidos. Por outro lado, não podemos ser ingênuos em pensar que enviando e-mails faremos a cabeça dos formadores de opinião instalados nos grandes veículos de comunicação do país. Eles são porta vozes de certas conveniências. Podem até ser também dos que se posicionam a favor do Estado do Tapajós, mas com certeza essa mudança não será obtida apenas com os argumentos da emoção ou da razão, por mais fortes que sejam. Para finalizar, lembro uma estorinha contada pelo meu avô. Dois sujeitos estava prestando depoimento perante um delegado por conta de um crime. Cada um se esforçando para que sua versão fosse aceita. O advogado de um deles, vendo que seu cliente estava prestes a ser enquadrado na culpa, sacou do bolso uma quantidade expressiva de dinheiro e acenou para o delegado, discretamente. O delegado, disse então: Pelo que ouvi, você tem toda a razão, mas pelo que VEJO, você tem mais razão ainda. ENTÃO, dá para fazer alguma relação com a discussão em torno dos argumentos prós e contra o Tapajós.<br />
Até breve</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jeso Carneiro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54677</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jeso Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 10:30:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54675&quot;&gt;Paulo Sérgio&lt;/a&gt;.

Paulo Sérgio, a quem não interessa manter o Pará como se encontra, grande, paquidérmico e perdulário? Respondo: às elites encasteladas em Belém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54675">Paulo Sérgio</a>.</p>
<p>Paulo Sérgio, a quem não interessa manter o Pará como se encontra, grande, paquidérmico e perdulário? Respondo: às elites encasteladas em Belém.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Antonio Carloa		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54676</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carloa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:05:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54668&quot;&gt;fernanda&lt;/a&gt;.

Rapaz eles tem razão, por que eles não agem pela emoção e sim pela razão.
Eles estão embassados em estudos não em promessas de politicos ficha suja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54668">fernanda</a>.</p>
<p>Rapaz eles tem razão, por que eles não agem pela emoção e sim pela razão.<br />
Eles estão embassados em estudos não em promessas de politicos ficha suja.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Sérgio		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54675</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Sérgio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 00:59:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=24100#comment-54675</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54669&quot;&gt;Ferreira&lt;/a&gt;.

E continuarão sem investimentos, caso o pretenso Estado seja criado.
E haverá custos sim e na ordem de 2,5 bilhõs de reais por ano.
Consulte o site do IPEA e vc verá.
O pretenso Tapajós, teria 53% do seu Pib, comprometido só para manter o estado, enquanto a média nacional é de12,5%.
Quem tem interesse nessa divisão é o povo?
O povo não sabe disso, eles são iludidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54669">Ferreira</a>.</p>
<p>E continuarão sem investimentos, caso o pretenso Estado seja criado.<br />
E haverá custos sim e na ordem de 2,5 bilhõs de reais por ano.<br />
Consulte o site do IPEA e vc verá.<br />
O pretenso Tapajós, teria 53% do seu Pib, comprometido só para manter o estado, enquanto a média nacional é de12,5%.<br />
Quem tem interesse nessa divisão é o povo?<br />
O povo não sabe disso, eles são iludidos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Orlando Silva de Macedo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/argumento-de-uma-nota-so.html#comment-54674</link>

		<dc:creator><![CDATA[Orlando Silva de Macedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 23:32:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=24100#comment-54674</guid>

					<description><![CDATA[Para o professor doutor Colares ler, já que pelo que escreve ele é a favor da criação do novo Estado, mas acha que se deve analisar os argumentos contrários e favoráveis:


ANÁLISE 
Dividir Estados não equivale a melhora na gestão pública

FERNANDO LUIZ ABRUCIO
ESPECIAL PARA A FOLHA 

A Câmara abriu a possibilidade, na última quinta-feira, de desmembramento do Estado do Pará. Conforme a decisão dos deputados, a população paraense fará um plebiscito para decidir se deve ou não ser criado o Estado de Carajás. E ainda há a possibilidade de o Congresso Nacional chamar o eleitorado para decidir pela instauração do Estado de Tapajós. 
Os defensores dessa ideia argumentam que o potencial econômico de tais regiões seria mais bem aproveitado se ganhassem autonomia. 
Além disso, como o Pará é muito grande, o desmembramento poderia aproximar os governantes da população, hoje muito distante das decisões tomadas na capital. Como exemplo citam o Tocantins, que melhorou bastante após se separar de Goiás. 
O problema é que, em nome da autonomia, deixa-se de pensar em duas questões atuais da gestão pública brasileira. A primeira é que o momento exige maior eficiência nos gastos públicos, fazendo mais com menos. 
Cabe lembrar que o desmembramento vai gerar duas novas estruturas governamentais, replicando os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em cada um dos novos Estados. Os paraenses precisam saber deste custo para decidirem -afinal, supõe-se que serão eles que vão pagar a conta. 
A questão federativa também se torna mais complexa com o desmembramento. A cooperação entre os níveis de governo é uma peça-chave para se aumentar a efetividade das políticas públicas. 
Criar mais dois Estados pode levar à multiplicação do conflito. E se os entes federativos não forem parceiros no Pará, as fragilidades administrativas ficarão mais patentes. 
Ademais, a divisão dará mais seis senadores e 16 deputados à região, e seria necessário saber se os demais Estados concordam com isso. 
A consequência mais complicada é que, se o projeto for adiante, abriremos as portas para novos desmembramentos, após o Brasil ter evitado isso nos últimos 20 anos. 
Há outros quatro projetos de criação de Estados na Câmara. A sociedade precisa saber que maior autonomia a algumas regiões poderá significar menor eficiência e efetividade das políticas públicas. Por isso precisamos de menos desmembramentos e mais parcerias entre níveis de governos.

FERNANDO LUIZ ABRUCIO é doutor em Ciência Política pela USP, professor da FGV (SP) e pesquisador dos temas da gestão pública e do federalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o professor doutor Colares ler, já que pelo que escreve ele é a favor da criação do novo Estado, mas acha que se deve analisar os argumentos contrários e favoráveis:</p>
<p>ANÁLISE<br />
Dividir Estados não equivale a melhora na gestão pública</p>
<p>FERNANDO LUIZ ABRUCIO<br />
ESPECIAL PARA A FOLHA </p>
<p>A Câmara abriu a possibilidade, na última quinta-feira, de desmembramento do Estado do Pará. Conforme a decisão dos deputados, a população paraense fará um plebiscito para decidir se deve ou não ser criado o Estado de Carajás. E ainda há a possibilidade de o Congresso Nacional chamar o eleitorado para decidir pela instauração do Estado de Tapajós.<br />
Os defensores dessa ideia argumentam que o potencial econômico de tais regiões seria mais bem aproveitado se ganhassem autonomia.<br />
Além disso, como o Pará é muito grande, o desmembramento poderia aproximar os governantes da população, hoje muito distante das decisões tomadas na capital. Como exemplo citam o Tocantins, que melhorou bastante após se separar de Goiás.<br />
O problema é que, em nome da autonomia, deixa-se de pensar em duas questões atuais da gestão pública brasileira. A primeira é que o momento exige maior eficiência nos gastos públicos, fazendo mais com menos.<br />
Cabe lembrar que o desmembramento vai gerar duas novas estruturas governamentais, replicando os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em cada um dos novos Estados. Os paraenses precisam saber deste custo para decidirem -afinal, supõe-se que serão eles que vão pagar a conta.<br />
A questão federativa também se torna mais complexa com o desmembramento. A cooperação entre os níveis de governo é uma peça-chave para se aumentar a efetividade das políticas públicas.<br />
Criar mais dois Estados pode levar à multiplicação do conflito. E se os entes federativos não forem parceiros no Pará, as fragilidades administrativas ficarão mais patentes.<br />
Ademais, a divisão dará mais seis senadores e 16 deputados à região, e seria necessário saber se os demais Estados concordam com isso.<br />
A consequência mais complicada é que, se o projeto for adiante, abriremos as portas para novos desmembramentos, após o Brasil ter evitado isso nos últimos 20 anos.<br />
Há outros quatro projetos de criação de Estados na Câmara. A sociedade precisa saber que maior autonomia a algumas regiões poderá significar menor eficiência e efetividade das políticas públicas. Por isso precisamos de menos desmembramentos e mais parcerias entre níveis de governos.</p>
<p>FERNANDO LUIZ ABRUCIO é doutor em Ciência Política pela USP, professor da FGV (SP) e pesquisador dos temas da gestão pública e do federalismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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