Do leitor Manoel Nascimento de Souza Filho:
Caro Jeso,
Desculpe-me usar o espaço para fazer um comentário que não diz respeito a esse artigo, mas não poderia deixa de comentar, embora com um pouco de atraso.
Ontem, depois daquele temporal que caiu na cidade pela parte da madrugada, dirigi-me ao aeroporto para vir a Belém, e encontrei as dependências internas do Maestro Wilson Fonseca, mais precisamente o salão de embarque de passageiros, tomado pelas águas da chuva.
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A água caia do teto abundantemente, molhando os passageiros que estavam na fila para fazer os seus checkins, e causando prejuízos ao responsável da lanchonete do primeiro piso, pois a televisão que servia de entretenimento dos passageiros deve ter queimado, já que molhou.
Portanto, caro Jeso, não é só para o Salão do Livro que está faltando recurso, é para a cidade toda. É para recuperar as vias asfálticas, aeroporto, terminal de passageiros. É melhor eu parar por aqui, se não não terminarei essa lista.
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Nota do blog: Toda pessoa que compra um bilhete aéreo paga uma salgada taxa de embarque. O recurso foi criado justamente para manutenção dos aeroportos. A Infraero, uma das galinhas de ovos de ouro da administração federal, não anda, pelo visto, investindo com critério o dinheiro proveniente dessa taxa.