Do leitor Manoel Nascimento de Souza Filho:
Caro Jeso,
Desculpe-me usar o espaço para fazer um comentário que não diz respeito a esse artigo, mas não poderia deixa de comentar, embora com um pouco de atraso.
Ontem, depois daquele temporal que caiu na cidade pela parte da madrugada, dirigi-me ao aeroporto para vir a Belém, e encontrei as dependências internas do Maestro Wilson Fonseca, mais precisamente o salão de embarque de passageiros, tomado pelas águas da chuva.
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A água caia do teto abundantemente, molhando os passageiros que estavam na fila para fazer os seus checkins, e causando prejuízos ao responsável da lanchonete do primeiro piso, pois a televisão que servia de entretenimento dos passageiros deve ter queimado, já que molhou.
Portanto, caro Jeso, não é só para o Salão do Livro que está faltando recurso, é para a cidade toda. É para recuperar as vias asfálticas, aeroporto, terminal de passageiros. É melhor eu parar por aqui, se não não terminarei essa lista.
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Nota do blog: Toda pessoa que compra um bilhete aéreo paga uma salgada taxa de embarque. O recurso foi criado justamente para manutenção dos aeroportos. A Infraero, uma das galinhas de ovos de ouro da administração federal, não anda, pelo visto, investindo com critério o dinheiro proveniente dessa taxa.
Santarém é a cidade que parou no tempo, sem indústrias, sem grandes projetos, quando tem um as ong’s ambientalistas caem em cima e não pode trabalhar em nada, nossa cidade está tomando um rumo preocupante e esta em um marasmo econômico horrível, e tudo isso citado acima é o reflexo do total abandono e descompromisso do poder público com a pérola do Tapajós.
Meu caro Jeso, a Infraero é a galinha sim da administração federal, tudo se paga nos aeroportos administrados pela Infraero, que digam oa concessionários da Infraero, tudo se paga, rateio de água, luz, coleta de lixo, ar condicionado, sendo que a maioria das centrais não funcionam e quando não tem movimento as centrais são desligadas sendo que os concessionários que pagam… enfim como escreve o Manoel se nos formos listar aqui não acaba mais. Mas Jeso, ATENÇÃO, trabalhei sete anos naquele aeroporto, toda vez que chove forte as calhas entopem e é por isso a aguaceira dentro do aeroporto, e o mais preocupante, atenção Corpo de Bombeiros, seria muito IMPORTANTE que fosse feita uma vistoria naquele telhado, no forro e no emaralhado de fios elétricos que tem naquele forro, muuuuitos fios de concessionários atuais e de concessionários que ja sairam e que a fiação ficou, fora as instalações telefônicas. QUE SIRVA DE ALERTA PARA O CORPO DE BOMBEIROS!!
po Manoel,
mas pr’aquela chuva de anteontem nao tem infra que dê jeito. Foi porrada demais! Nem pra windsurf dava!!! os relampagos, os trovões; fiquei surpreso que a ‘luz” nao apagou.