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	Comentários sobre: Cota indígena na UFOPA: erro grosseiro	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Jan 2012 01:32:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Prof. João Batista		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73467</link>

		<dc:creator><![CDATA[Prof. João Batista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 01:32:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73465&quot;&gt;Maralice&lt;/a&gt;.

Minha definição :  &#039;Pedagogia do Espantamento&#039; -  Método desenvolvido
pelos vestibulares das públicas que consiste de quesito que quase nada 
avalia,  visando  apenas assombrar o  candidato quando abrir a prova. E
tudo faz parte do processos histórico, implementado/implantado pela
ditadura,  das públicas alijarem ingresso da rede pública e favorecer
quem paga pré-vestibular.

Ex: Questão 07, vestibular 2012/UFPA
https://www.ceps.ufpa.br/daves/PS%202012/prova/Prova_Objetiva_PS_2012.pdf


Pior ainda: Essa notícia - 15.12.2011, Eventuais vagas remanescentes do PS
2012 serão preenchidas via Enem,
https://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=5360, mostra até todo o
institucional desesperado como se já soubessem que irá sobrar vagas,
mesmo que tenha mais de 70 mil candidatos para pouco mais de 7 mil vagas.
Por quê?

A minha pesquisa prova como historicamente universidade pública tem alijado ingresso da rede pública. O fato de não haver, e nem haverá, grupo de cotista com desempenho acadêmico inferior aos demais já prova tudo cabalmente.

Quem quiser discutir mais: joaobatistanascimento@yahoo.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73465">Maralice</a>.</p>
<p>Minha definição :  &#8216;Pedagogia do Espantamento&#8217; &#8211;  Método desenvolvido<br />
pelos vestibulares das públicas que consiste de quesito que quase nada<br />
avalia,  visando  apenas assombrar o  candidato quando abrir a prova. E<br />
tudo faz parte do processos histórico, implementado/implantado pela<br />
ditadura,  das públicas alijarem ingresso da rede pública e favorecer<br />
quem paga pré-vestibular.</p>
<p>Ex: Questão 07, vestibular 2012/UFPA<br />
<a href="https://www.ceps.ufpa.br/daves/PS%202012/prova/Prova_Objetiva_PS_2012.pdf" rel="nofollow ugc">https://www.ceps.ufpa.br/daves/PS%202012/prova/Prova_Objetiva_PS_2012.pdf</a></p>
<p>Pior ainda: Essa notícia &#8211; 15.12.2011, Eventuais vagas remanescentes do PS<br />
2012 serão preenchidas via Enem,<br />
<a href="https://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=5360" rel="nofollow ugc">https://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=5360</a>, mostra até todo o<br />
institucional desesperado como se já soubessem que irá sobrar vagas,<br />
mesmo que tenha mais de 70 mil candidatos para pouco mais de 7 mil vagas.<br />
Por quê?</p>
<p>A minha pesquisa prova como historicamente universidade pública tem alijado ingresso da rede pública. O fato de não haver, e nem haverá, grupo de cotista com desempenho acadêmico inferior aos demais já prova tudo cabalmente.</p>
<p>Quem quiser discutir mais: <a href="mailto:joaobatistanascimento@yahoo.com.br">joaobatistanascimento@yahoo.com.br</a></p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Observadora		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73466</link>

		<dc:creator><![CDATA[Observadora]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 17:56:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[eu gostaria de saber em que grupo de indígenas me encaixo. Sou uma vítima da campanha para a integração da Transamazônica. Enganados por uma politicagem meus pais vieram do sul e eu, consequentemente, vim com eles. em plena selva amazõnica cresci. Sem escola até meus dez anos, só a partir daí pude ser &quot;alfabetizada&quot;. Mas, por ser descendente de alemaes e italianos sou DISCRIMINADA. Passei no vestibular da UFPA, mesmo vítima dessas condições citadas. NÃO  concordo com esse tipo de DISCRIMINAÇÃO que é a reserva de cotas pois, não sou a única a qual o estado deve algum tipo de reparação pelos erros causados por suas políticas danosas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>eu gostaria de saber em que grupo de indígenas me encaixo. Sou uma vítima da campanha para a integração da Transamazônica. Enganados por uma politicagem meus pais vieram do sul e eu, consequentemente, vim com eles. em plena selva amazõnica cresci. Sem escola até meus dez anos, só a partir daí pude ser &#8220;alfabetizada&#8221;. Mas, por ser descendente de alemaes e italianos sou DISCRIMINADA. Passei no vestibular da UFPA, mesmo vítima dessas condições citadas. NÃO  concordo com esse tipo de DISCRIMINAÇÃO que é a reserva de cotas pois, não sou a única a qual o estado deve algum tipo de reparação pelos erros causados por suas políticas danosas.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Maralice		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73465</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maralice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 16:13:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As cotas não devem ser eternas, mas no primeiro momento, elas são necessárias como forma de reparar o erro grosseiro da discriminação sofrida por milhares de seres humanos no mundo, e em especial nesse Brasil gigante de preconceito velado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As cotas não devem ser eternas, mas no primeiro momento, elas são necessárias como forma de reparar o erro grosseiro da discriminação sofrida por milhares de seres humanos no mundo, e em especial nesse Brasil gigante de preconceito velado.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Tiberio Alloggio		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73464</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tiberio Alloggio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 15:49:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73454&quot;&gt;anonimo&lt;/a&gt;.

Obama também é um individuo negro, e não mudou em nada a politica dos EUA.

Tiberio Alloggio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73454">anonimo</a>.</p>
<p>Obama também é um individuo negro, e não mudou em nada a politica dos EUA.</p>
<p>Tiberio Alloggio</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Válber Almeida		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73463</link>

		<dc:creator><![CDATA[Válber Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 15:29:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As políticas afirmativas são um avanço para a nossa democracia, porque representam um enraizamento social da mesma, mas precisamos tomar cuidado para que elas ao invés de eliminar, acabem por aprofundar certos vícios culturais que reproduzem os preconceitos e injustiças que elas combatem. Só para esclarecer um pouco algumas pessoas aqui: o amigo Jonivaldo carrega em seu fenótipo traços negros e indígenas, veio de família pobre, é formado em Sociologia e trabalha no Ministério Público. Não é, portanto, um membro da elite, nem branco de descendência européia, como alguns devem estar imaginando. Abomino os comentários que, ao invés de combater as ideias com outras ideias, atacam a pessoalidade dos outros, porque isso demonstra que aquele que ataca está despreparado para se defender intelectualmente. Admiro o Jonivaldo pela postura de defender as suas ideias, mesmo quando elas estão na contramão das correntes políticas e ideológicas. De cerro modo, ao contrário do que pregam alguns comentadores aqui, ele tem razão quando diz que o conceito de raça deveria ser revisto pelo governo como critério de compensação social, uma vez que, historicamente, este conceito foi utilizado pelos povos europeus para formular suas teorias da superioridade racial e justificar seus massacres contra populações da África, Ásia e América Latina ao longo dos séculos XIX e XX. Aliás, quem propõe o abandono do uso político e científico deste conceito são, principalmente, antropólogos que, contraditoriamente, lutam para manter seu uso quando se trata do desenvolvimento das tais políticas afirmativas. Além disso, todo e qualquer estudante de ensino fundamental sabe também que este conceito não se aplica à espécie humana, então ele tem razão nesse aspecto também. O critério socioeconômico que o jonivaldo e outros estudiosos propõem, então, seria o mais honesto mesmo, e isso não implicaria em prejuízo às populações afrodescendentes ou indígenas e remanescentes identificados como tais, mesmo porque, para lembrar Florestan Fernandes, a questão social no Brasil sempre foi uma questão &quot;racial&quot; -eu prefiro chamar de étnica-, o que significa dizer que essas populações historicamente marginalizadas e oprimidas é que formam o grosso dos pobres, miseráveis e indigentes do Brasil e que seriam elas as compensadas com estas políticas. Mas, ao mesmo tempo, isso ampliaria a abrangência dessas políticas afirmativas, visto que há milhares de pessoas descendentes de europeus e outros povos que também se encontram sem oportunidades sociais em virtude da pobreza e da miséria. Isso eliminaria a polêmica que se tem em torno do tema, principalmente em âmbito acadêmico, em virtude do uso do conceito de raça, mas também seria um forte golpe aos opositores políticos e ideológicos dessas políticas sociais, como os partidários do DEM e do PSDB -temo, inclusive, que essas políticas não sobrevivam, por questão ideológica e classista, caso esse pessoal volte ao poder. Outra medida, ainda que paliativa, porque não eliminaria em todo a polêmica ideológica, seria usar o conceito de etnia ao invés de raça, o que seria mais coerente e honesto em termos científicos e acadêmicos. Não podemos perder de vista a necessidade de continuar a fazer um debate mais sério, menos ideológico, em torno desse assunto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As políticas afirmativas são um avanço para a nossa democracia, porque representam um enraizamento social da mesma, mas precisamos tomar cuidado para que elas ao invés de eliminar, acabem por aprofundar certos vícios culturais que reproduzem os preconceitos e injustiças que elas combatem. Só para esclarecer um pouco algumas pessoas aqui: o amigo Jonivaldo carrega em seu fenótipo traços negros e indígenas, veio de família pobre, é formado em Sociologia e trabalha no Ministério Público. Não é, portanto, um membro da elite, nem branco de descendência européia, como alguns devem estar imaginando. Abomino os comentários que, ao invés de combater as ideias com outras ideias, atacam a pessoalidade dos outros, porque isso demonstra que aquele que ataca está despreparado para se defender intelectualmente. Admiro o Jonivaldo pela postura de defender as suas ideias, mesmo quando elas estão na contramão das correntes políticas e ideológicas. De cerro modo, ao contrário do que pregam alguns comentadores aqui, ele tem razão quando diz que o conceito de raça deveria ser revisto pelo governo como critério de compensação social, uma vez que, historicamente, este conceito foi utilizado pelos povos europeus para formular suas teorias da superioridade racial e justificar seus massacres contra populações da África, Ásia e América Latina ao longo dos séculos XIX e XX. Aliás, quem propõe o abandono do uso político e científico deste conceito são, principalmente, antropólogos que, contraditoriamente, lutam para manter seu uso quando se trata do desenvolvimento das tais políticas afirmativas. Além disso, todo e qualquer estudante de ensino fundamental sabe também que este conceito não se aplica à espécie humana, então ele tem razão nesse aspecto também. O critério socioeconômico que o jonivaldo e outros estudiosos propõem, então, seria o mais honesto mesmo, e isso não implicaria em prejuízo às populações afrodescendentes ou indígenas e remanescentes identificados como tais, mesmo porque, para lembrar Florestan Fernandes, a questão social no Brasil sempre foi uma questão &#8220;racial&#8221; -eu prefiro chamar de étnica-, o que significa dizer que essas populações historicamente marginalizadas e oprimidas é que formam o grosso dos pobres, miseráveis e indigentes do Brasil e que seriam elas as compensadas com estas políticas. Mas, ao mesmo tempo, isso ampliaria a abrangência dessas políticas afirmativas, visto que há milhares de pessoas descendentes de europeus e outros povos que também se encontram sem oportunidades sociais em virtude da pobreza e da miséria. Isso eliminaria a polêmica que se tem em torno do tema, principalmente em âmbito acadêmico, em virtude do uso do conceito de raça, mas também seria um forte golpe aos opositores políticos e ideológicos dessas políticas sociais, como os partidários do DEM e do PSDB -temo, inclusive, que essas políticas não sobrevivam, por questão ideológica e classista, caso esse pessoal volte ao poder. Outra medida, ainda que paliativa, porque não eliminaria em todo a polêmica ideológica, seria usar o conceito de etnia ao invés de raça, o que seria mais coerente e honesto em termos científicos e acadêmicos. Não podemos perder de vista a necessidade de continuar a fazer um debate mais sério, menos ideológico, em torno desse assunto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlio Ferreira		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73462</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 15:19:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Perfeito o texto do professor Samuel Lima, aliás, excelente a lembrança do dia em que a professora Raimundinha Yawanawa simplesmente desmoralizou o Demétrio Magnoli e, por tabela, o Jonivaldo. E por falar nesse rapaz, lembro que ele não é nenhum ariano, mas sim um caboclo com todas as características amazônicas, logo um índio, embora não assuma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito o texto do professor Samuel Lima, aliás, excelente a lembrança do dia em que a professora Raimundinha Yawanawa simplesmente desmoralizou o Demétrio Magnoli e, por tabela, o Jonivaldo. E por falar nesse rapaz, lembro que ele não é nenhum ariano, mas sim um caboclo com todas as características amazônicas, logo um índio, embora não assuma.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nazareno Lima		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73461</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nazareno Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 14:31:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73460&quot;&gt;Samuel Lima&lt;/a&gt;.

Mestre Samuel,

Apoiado, assino em baixo!

Nazareno Lima]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73460">Samuel Lima</a>.</p>
<p>Mestre Samuel,</p>
<p>Apoiado, assino em baixo!</p>
<p>Nazareno Lima</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Samuel Lima		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73460</link>

		<dc:creator><![CDATA[Samuel Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:34:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros,

A posição do Jonivaldo, a rigor, repete os argumentos de Demétrio Magnoli (doutor em geografia pela USP), articulista e arauto do conservadorismo brasileiro, que é &quot;fonte única&quot; na mídia tradicional quando se trata de desqualificar as políticas de ações afirmativas, nas quais se incluem as cotas. Em torno do conceito de raça existem posições diversas, no meio científico e político.

Em 2009, tive a oportunidade de ver a professora Raimundinha Yawanawa, índigena, vestida à caráter, mestra em pedagogia pela UFPa, detonar esse sujeito, numa audiência pública na Câmara dos Deputados, justamente defendendo o direito dos povos da floresta, negros e demais grupos étnicos acessar as universidades públicas. Magnoli é autor do livro &quot;Uma gota de sangue&quot; no qual defende sua indefensável tese, historicamente falando, de que não há racismo no Brasil, logo o conceito de raça não poderia ser aplicado e blá-blá-blá. Aqui um link de uma entrevista sua no programa Roda Viva (TV Cultura): https://www.youtube.com/watch?v=o8riQ-9z86k&#038;feature=related

Um simples olhar na história do Brasil, prenhe em injustiças sociais, genocídio de populações indígenas, destruição de suas culturas, a chaga da escravidão que persiste nas formas desumanas do trabalho escravo (a ponto do Ministério Público do Trabalho ter uma coordenadoria nacional só para combater essa praga), já seria suficiente para justificar essas políticas.

Como um sobrevivente das margens do Tapajós, que foi construindo seu caminho em paragens tão distantes do estado tapajônico, senti na pele muitas vezes essa coisa abjeta da discriminação. Por isso, meu apoio irrestrito às políticas afirmativas, no geral.

Abraços fraternos,

Samuca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,</p>
<p>A posição do Jonivaldo, a rigor, repete os argumentos de Demétrio Magnoli (doutor em geografia pela USP), articulista e arauto do conservadorismo brasileiro, que é &#8220;fonte única&#8221; na mídia tradicional quando se trata de desqualificar as políticas de ações afirmativas, nas quais se incluem as cotas. Em torno do conceito de raça existem posições diversas, no meio científico e político.</p>
<p>Em 2009, tive a oportunidade de ver a professora Raimundinha Yawanawa, índigena, vestida à caráter, mestra em pedagogia pela UFPa, detonar esse sujeito, numa audiência pública na Câmara dos Deputados, justamente defendendo o direito dos povos da floresta, negros e demais grupos étnicos acessar as universidades públicas. Magnoli é autor do livro &#8220;Uma gota de sangue&#8221; no qual defende sua indefensável tese, historicamente falando, de que não há racismo no Brasil, logo o conceito de raça não poderia ser aplicado e blá-blá-blá. Aqui um link de uma entrevista sua no programa Roda Viva (TV Cultura): <a href="https://www.youtube.com/watch?v=o8riQ-9z86k&#038;feature=related" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=o8riQ-9z86k&#038;feature=related</a></p>
<p>Um simples olhar na história do Brasil, prenhe em injustiças sociais, genocídio de populações indígenas, destruição de suas culturas, a chaga da escravidão que persiste nas formas desumanas do trabalho escravo (a ponto do Ministério Público do Trabalho ter uma coordenadoria nacional só para combater essa praga), já seria suficiente para justificar essas políticas.</p>
<p>Como um sobrevivente das margens do Tapajós, que foi construindo seu caminho em paragens tão distantes do estado tapajônico, senti na pele muitas vezes essa coisa abjeta da discriminação. Por isso, meu apoio irrestrito às políticas afirmativas, no geral.</p>
<p>Abraços fraternos,</p>
<p>Samuca</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Arigó Perneta		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73459</link>

		<dc:creator><![CDATA[Arigó Perneta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:08:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=36212#comment-73459</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73451&quot;&gt;Jeso Carneiro&lt;/a&gt;.

Esse Jonivaldo não existe. É o Regis qualquer coisa, aquele que nunca consegue publicar um livro com as bobagens desse tipo que ele escreve a mando, e dinheiro, dos madeireiros. 
Será  que o Jonivaldo que não enxerga a diversidade cultural vai conseguir entrar na universidade se não tiver cota para racista?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73451">Jeso Carneiro</a>.</p>
<p>Esse Jonivaldo não existe. É o Regis qualquer coisa, aquele que nunca consegue publicar um livro com as bobagens desse tipo que ele escreve a mando, e dinheiro, dos madeireiros.<br />
Será  que o Jonivaldo que não enxerga a diversidade cultural vai conseguir entrar na universidade se não tiver cota para racista?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Moderador		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/cota-indigena-na-ufopa-erro-grosseiro.html#comment-73458</link>

		<dc:creator><![CDATA[Moderador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:06:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=36212#comment-73458</guid>

					<description><![CDATA[Caso pensemos um pouco, vamos ver que o Jonivaldo tem razão. É só lembramos que de índio e de negro a maioria da população brasileira tem um pouco. Então, não cabe, a essa altura, separar ninguém por raça. As oportunidades sim, devem ser iguais. Para isso, o ensino básico público é que tem que ser de primeira grandeza. Faculdade é para quem está preparado sim, porque senão vamos ter gente formada sem capacidade profissional. Aí, o termo meritocracia cabe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso pensemos um pouco, vamos ver que o Jonivaldo tem razão. É só lembramos que de índio e de negro a maioria da população brasileira tem um pouco. Então, não cabe, a essa altura, separar ninguém por raça. As oportunidades sim, devem ser iguais. Para isso, o ensino básico público é que tem que ser de primeira grandeza. Faculdade é para quem está preparado sim, porque senão vamos ter gente formada sem capacidade profissional. Aí, o termo meritocracia cabe.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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