Do professor Romy Eduardo Castro, sobre o artigo Jatene, o aprofundamento da injustiça, da lavra de Evaldo Viana:
Com esses números, cai por terra o discurso de que se deve evitar os ressentimentos pós plebiscito. É lógico que devemos ficar ressentidos, magoados, ofendidos…
Devemos lembrar todos os dias que somos esquecidos e humlhados pelo “Pará que pode mais”. Vamos cerrar fileiras em favor do “Tapajós Sempre” e não esquecer nunca daqueles que nos fazem mal ou de quem os defende.
Ressentir-se é não se mostrar resignado.