Do jornalista e blogueiro José Maria Piteira, sobre o ex-jogador azulinos Cecebuta, falecido há poucos dias em Santarém:
Jeso,
Meu pai, Dinaur Pedroso, certamente é um dos tantos que estão lamentando a morte de Cecebuta, pois eram grandes amigos, jogaram juntos no São Francisco e compartilharam grandes títulos sobre o meu Pantera. Eram membros da Congregação Mariana.
Lembro de dois excelentes momentos do Cecebuta. O primeiro, nos idos dos anos 70 – acho que em 1978 –, quando ele foi treinador do nosso time principal no Seminário São Pio X. Nossa equipe representava o Fluminense no campeonato municipal juvenil. Sempre exigente, mas sem nunca perder a ternura, cuidava de todos nós, ainda moleques, a não fazer feio nas disputas.
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O segundo momento, quando meu pai fez 75 anos. Houve a missa na igreja de São Raimundo e, depois, uma recepção no salão paroquial. Os membros da Congregação Mariana fizeram uma pela homenagem ao meu pai, e o Cecebuta era um dos líderes do grupo. Todos nos emocionamos pela iniciativa deles e pelas palavras belíssimas que ele proferiu em homenagem ao velho Dinaur bom de guerra.
Deixou uma vida exemplar, correta.
Já está deixando saudades, certamente. Minha solidariedade – e também a de meu pai, com certeza – à família.