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	Comentários sobre: Livro sobre o Marques de Pombal	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 May 2012 00:00:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: HELVECIO SANTOS		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82987</link>

		<dc:creator><![CDATA[HELVECIO SANTOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 00:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82985&quot;&gt;Paulo Lima&lt;/a&gt;.

Maravilhosa discussão Paulo! Coloco mais pimenta e acrescento que o Brasil não foi colonizado mas sim, invadido pelos portugueses. Aqui havia uma sociedade constituída e poderes idem. Aí eu pergunto: se os naturais da terra do pau brasil tivessem recursos náuticos para atravessar o Atlântico, eles poderiam fincar um tacape num monte qualquer em Portugal ( ou Porto Calle) e declarar aquela terra propriedade do chefe tribal patrocinador da expedição e escravizar os habitantes? E seus descendentes viverem às custas dessas terras até hoje? Guardadas as proporções, ouso afirmar que o que Portugal fez com o Brasil foi o mesmo que os EUA fizeram com o Iraque, concordas? Alegro-me também pois o bravo AZULINO Elbio Pedroso finalmente resolveu vir à tona e nos mostrar um pouco de sua cultura. E já que ele tem mais de um exemplar, meu endereço é: Rua da Quitanda, 30/703-Centro - Rio de Janeiro/RJ-Cep:20011-030 - SAUDAÇÕES AZULINAS,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82985">Paulo Lima</a>.</p>
<p>Maravilhosa discussão Paulo! Coloco mais pimenta e acrescento que o Brasil não foi colonizado mas sim, invadido pelos portugueses. Aqui havia uma sociedade constituída e poderes idem. Aí eu pergunto: se os naturais da terra do pau brasil tivessem recursos náuticos para atravessar o Atlântico, eles poderiam fincar um tacape num monte qualquer em Portugal ( ou Porto Calle) e declarar aquela terra propriedade do chefe tribal patrocinador da expedição e escravizar os habitantes? E seus descendentes viverem às custas dessas terras até hoje? Guardadas as proporções, ouso afirmar que o que Portugal fez com o Brasil foi o mesmo que os EUA fizeram com o Iraque, concordas? Alegro-me também pois o bravo AZULINO Elbio Pedroso finalmente resolveu vir à tona e nos mostrar um pouco de sua cultura. E já que ele tem mais de um exemplar, meu endereço é: Rua da Quitanda, 30/703-Centro &#8211; Rio de Janeiro/RJ-Cep:20011-030 &#8211; SAUDAÇÕES AZULINAS,</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: João Renato Aires De Mendonça		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82986</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Renato Aires De Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 01:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82985&quot;&gt;Paulo Lima&lt;/a&gt;.

Gostei! Mas, não tentei de forma alguma diminuir o fator indígena, apenas ressaltar que nossas características em muito diferem das deles, tendenciando à portuguesa. Nunca, jamais eu poderia falar algo contrário a uma parte de minhas origens, que com certeza têm elementos índios também. Quanto a &quot;nos foi proibido&quot; ou &quot;nossos recursos naturais&quot;, reafirmo: nós éramos eles, não estávamos lá. Seguindo a exposição, estaríamos hoje exigindo retratações dos romanos. Leia-se &quot;Brasil 500 anos, uma nova dialética&quot;, de Carlos Lisboa De Mendonça. Saudações!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82985">Paulo Lima</a>.</p>
<p>Gostei! Mas, não tentei de forma alguma diminuir o fator indígena, apenas ressaltar que nossas características em muito diferem das deles, tendenciando à portuguesa. Nunca, jamais eu poderia falar algo contrário a uma parte de minhas origens, que com certeza têm elementos índios também. Quanto a &#8220;nos foi proibido&#8221; ou &#8220;nossos recursos naturais&#8221;, reafirmo: nós éramos eles, não estávamos lá. Seguindo a exposição, estaríamos hoje exigindo retratações dos romanos. Leia-se &#8220;Brasil 500 anos, uma nova dialética&#8221;, de Carlos Lisboa De Mendonça. Saudações!</p>
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		<title>
		Por: Paulo Lima		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82985</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 19:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82983&quot;&gt;João Renato Aires De Mendonça&lt;/a&gt;.

Prezado Prof. Mendonça,

Me permita comentar que, embora a lógica de seu comentário seja correta, a construção dele pode levar a uma visão com a qual não posso compartilhar.  A contribuição da cultura européia é sem dúvida importante contudo, não foi sem violência, a custa da escravização de milhões de seres humanos africanos, do genocídio dos nossos antepassados originários da região, os indígenas, que sai a mescla civilizatória brasileira.  

O fato de hoje falarmos majoritariamente português não é algo a se comemorar.  Teríamos uma cultura muito mais rica se nosso processo histórico fosse mais integrador, mais de encontro entre culturas como alguns teóricos ainda insistem que foi.  Mas não é esse o caso.  Não falamos línguas originárias do desse continente porque nos foi proibido, por imposição e violência. Somos ligados à religiões de origem européia igualmente por essas imposições.  A colonização portuguesa foi brutal e visava a exploração de nossos recursos naturais, nada mais que isso.  

Por fim queria discordar de qualquer comentário acerca de hábitos e uma escala de valores culturais em relação à eles.  A antropologia já nos ensinou, e faz muito tempo, que precisamos aprender com as tradições de outras culturas e não olhá-las com preconceito e discriminação.  Nunca vi algum indígena tratar o fato de comer talheres como algo menor ou mais civilizado. Pelo contrário, temos é muito que aprender com a cultura indígena, que, na nossa região é muito mais evidente do que em outras partes do país.

Saudações,

Paulo Lima]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82983">João Renato Aires De Mendonça</a>.</p>
<p>Prezado Prof. Mendonça,</p>
<p>Me permita comentar que, embora a lógica de seu comentário seja correta, a construção dele pode levar a uma visão com a qual não posso compartilhar.  A contribuição da cultura européia é sem dúvida importante contudo, não foi sem violência, a custa da escravização de milhões de seres humanos africanos, do genocídio dos nossos antepassados originários da região, os indígenas, que sai a mescla civilizatória brasileira.  </p>
<p>O fato de hoje falarmos majoritariamente português não é algo a se comemorar.  Teríamos uma cultura muito mais rica se nosso processo histórico fosse mais integrador, mais de encontro entre culturas como alguns teóricos ainda insistem que foi.  Mas não é esse o caso.  Não falamos línguas originárias do desse continente porque nos foi proibido, por imposição e violência. Somos ligados à religiões de origem européia igualmente por essas imposições.  A colonização portuguesa foi brutal e visava a exploração de nossos recursos naturais, nada mais que isso.  </p>
<p>Por fim queria discordar de qualquer comentário acerca de hábitos e uma escala de valores culturais em relação à eles.  A antropologia já nos ensinou, e faz muito tempo, que precisamos aprender com as tradições de outras culturas e não olhá-las com preconceito e discriminação.  Nunca vi algum indígena tratar o fato de comer talheres como algo menor ou mais civilizado. Pelo contrário, temos é muito que aprender com a cultura indígena, que, na nossa região é muito mais evidente do que em outras partes do país.</p>
<p>Saudações,</p>
<p>Paulo Lima</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Lima		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82984</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:37:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82982&quot;&gt;Elbio Pedroso&lt;/a&gt;.

Salve Elbio,

Muito obrigado! Lisboa e o Rocío são realmente africanas.  Você devia escrever sobre essas suas impressões de viagem.  Compreender a África e sua relação com o antigo colonizador explica muito da história do Brasil contemporâneo. O endereço é:

A/C Paulo Lima
Av. Mendonça Furtado, 3979,
Liberdade, Santarém, Pará
68.040 - 050

Eu li um da biblioteca da Universidade assim que saiu mas é uma obra indispensável e muito oportuna de reler.

Abraços,

Paulo Lima]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82982">Elbio Pedroso</a>.</p>
<p>Salve Elbio,</p>
<p>Muito obrigado! Lisboa e o Rocío são realmente africanas.  Você devia escrever sobre essas suas impressões de viagem.  Compreender a África e sua relação com o antigo colonizador explica muito da história do Brasil contemporâneo. O endereço é:</p>
<p>A/C Paulo Lima<br />
Av. Mendonça Furtado, 3979,<br />
Liberdade, Santarém, Pará<br />
68.040 &#8211; 050</p>
<p>Eu li um da biblioteca da Universidade assim que saiu mas é uma obra indispensável e muito oportuna de reler.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Paulo Lima</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: João Renato Aires De Mendonça		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82983</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Renato Aires De Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:24:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O trecho &quot;o Marques de Pombal enviou para cá seu irmão para “tomar posse” do texto acima, me faz lembrar de um certo compositor que compôs uma música intitulada &quot;Uma flecha à Portugal&quot;. Quando perguntei ao mesmo o porquê do nome da canção, esse me respondeu enfaticamente: é que os portugueses vieram para cá para nos explorar! - Francamente, apesar da cor morena, branca, negra, amarela... somos todos descendentes daqueles portugueses. Nossa língua, nossas vestimentas, a maior parte de nossa comida, nossa cultura etc são consequências deles. Temos uma porcentagem genética que os designam como nossos avós (generalizando). Portanto, nem eu, nem você estávamos aqui para ser explorados e Francisco Xavier De Mendonça Furtado legou ao Estado do Grão Pará e Maranhão, além dos nomes de muitas cidades, a civilidade da qual fazemos parte. Com certeza, todos que acessam este blog não andam nus pelas ruas, comem com talheres, não falam as línguas dos Tupis ou Guaranis e muito menos são abaporus (antropófagos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O trecho &#8220;o Marques de Pombal enviou para cá seu irmão para “tomar posse” do texto acima, me faz lembrar de um certo compositor que compôs uma música intitulada &#8220;Uma flecha à Portugal&#8221;. Quando perguntei ao mesmo o porquê do nome da canção, esse me respondeu enfaticamente: é que os portugueses vieram para cá para nos explorar! &#8211; Francamente, apesar da cor morena, branca, negra, amarela&#8230; somos todos descendentes daqueles portugueses. Nossa língua, nossas vestimentas, a maior parte de nossa comida, nossa cultura etc são consequências deles. Temos uma porcentagem genética que os designam como nossos avós (generalizando). Portanto, nem eu, nem você estávamos aqui para ser explorados e Francisco Xavier De Mendonça Furtado legou ao Estado do Grão Pará e Maranhão, além dos nomes de muitas cidades, a civilidade da qual fazemos parte. Com certeza, todos que acessam este blog não andam nus pelas ruas, comem com talheres, não falam as línguas dos Tupis ou Guaranis e muito menos são abaporus (antropófagos).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Elbio Pedroso		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82982</link>

		<dc:creator><![CDATA[Elbio Pedroso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:52:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo Lima


Tenho mais  de um exemplar deste  livro,  manda   o endereço que lhe enviarei.

Conheco  e muito bem  a Historia do Marques de Pombal.

Estive  5anos da minha vida  no Continente Africano ( Angola, Mocambique, Congo  e Africa do Sul)  e na capital AFRICANA   chamada LISBOA e outros  paises   a Trabalho.

Do &quot;&quot;Verga  mais não quebro&quot;&quot;&quot;  / Borracha Forte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Lima</p>
<p>Tenho mais  de um exemplar deste  livro,  manda   o endereço que lhe enviarei.</p>
<p>Conheco  e muito bem  a Historia do Marques de Pombal.</p>
<p>Estive  5anos da minha vida  no Continente Africano ( Angola, Mocambique, Congo  e Africa do Sul)  e na capital AFRICANA   chamada LISBOA e outros  paises   a Trabalho.</p>
<p>Do &#8220;&#8221;Verga  mais não quebro&#8221;&#8221;&#8221;  / Borracha Forte.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: José Edibal C. Cabral		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/comentarios/livro-sobre-o-marques-de-pombal.html#comment-82981</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Edibal C. Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:15:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Valeu Paulo, a informação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu Paulo, a informação.</p>
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