O artigo Deus, abençoai o Estado do Tapajós, da lavra de Paulo Paixão, suscitou o comentário a seguir, de Marcos Dolzany:
É, Paixão: nos sentimos como se fôssemos de “outro mundo”.
Há uns dois anos, nos mês de outubro, recebi em casa um amigo que mora e sempre morou em Santarém. Veio a Belém para tratamento de saúde. Providências tomadas, apesar de ele estar “doido” pra ir embora, convenci-o a ficar mais uns dias para o Cirio de Nazaré.
Ele ficou, achou bonito, mas não entendeu o porquê da frase “A Padroeira dos Paraenses”. Argumentava ele:
– Pra mim, pelo que entendi, esses paraenses que o padre tá falando é o pessoal daqui e das redondezas, pois pra nossas bandas a Padroeira é Nossa Senhora da Conceição!”
Isso é sintomático…