Jeso Carneiro

Plano para salvar a Ilha do Amor

Economista e advogado santareno residente no Rio de Janeiro, Helvecio Santos comenta o post Ilha sem barracas:

Concordo Telma! O que autoriza uns quatro ou cinco boraris (?) explorarem barracas num espaço que, por inteligência, deve ser conservado? Explorarem e depredarem!

Na Ilha deve ficar somente a natureza. Quem quiser beber cerveja ou almoçar que faça no lugar adequado, isto é, nos restaurantes da vila. Na Ilha deveria ser permitida somente a venda de água por ambulantes cadastrados, levando isopores nos ombros (nada de carrocinhas ou mesinhas para colocar os isopores). A bebida alcóolica deveria ser proibida ( o Corpo de Bombeiros agradeceria). Nada de shows de rádio, com ou sem palanque, na Ilha.

A fiscalização para esses impedimentos deveria ser feita diretamente na Ilha e nos barcos que transportam banhistas (os catraieiros), pela PM e pela GM. Na Ilha, deveria ser feita uma demarcação com bóias onde fosse proibido o trânsito de barcos a motor e proibido também a atracação de barcos com banhistas.

A Ilha tem que ser consevada com sua beleza natural. Lógico que é conveniente para alguns sentar numa mesa dentro d’água, beber e comer! Aí a espinha e restos dos peixes são jogados no leito do rio e o mictório (isto para não ser mais grosseiro) é o próprio rio, sentado no banco. Já basta não a destruição da Praia do Cajueiro? ESTÃO MATANDO A GALINHA DOS OVOS DE OURO!

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