Dois comentários, duas opiniões opostas sobre o post Ativista italiano não será extraditado:
De Nazareno Lima:
Nós não esperávamos outra atitude do presidente Lula que não fosse essa decisão soberana. Dignamente decidiu pela permanência do escritor italiano no Brasil.
A reação do governo italiano, da imprensa e de alguns políticos conservadores de lá não tem nenhum amparo e é despedia de qualquer consistência moral.
Como disse o texto ai, o processo esta cheio de vícios, eu diria, pela que já tem de informação, está cheio de fraudes. Se não bastasse às motivações legais que levaram o presidente Lula a decidir pela permanência de Battisti no Brasil, dos crimes dos quais ele é acusado, dois pelo menos ele estava a mais 400 quilômetros quando ocorreram.
Uma das referências, alegado pelos italianos como “reduzido a viver em uma cadeira de rodas”, é Alberto Torregiani autor de um livro que se faz de vitima e pertence a um grupo assumidamente neofacista, já admitiu que Battisti não estava entre os assassinos do seu pai. Está tudo nos autos do processo.
Não podemos esquecer que Battisti foi julgado como réu ausente, representado por advogados com procuração forjada como está indiscutivelmente provada. Além da França, Battisti também viveu no México, onde nasceu sua primeira filha.
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De Ivo do Mapiri:
Este último ato do prresidente Lula foi uma de insensatez incompreensível. Dar gaurita, meramente por questões ideológicas, a um assassino de quatro pessoas não é digno de um presidente. O presidente manchou sua biografia à toa, esse desatino com certeza será reformado pelo Supremo.
Se não bastasse a história de Ronald Biggs, agora temos um assassino em nosso convívio abraçado pela falta de seriedade como nação. Nossa sorte é que esse presidente durante seu mandato foi meramente figura de decoração, nunca governou. O único mérito dele foi ter alguns assessores bons e manter a política de FHC.