Do leitor que se assina José de Alencar, pelo contato do blog:
Prezado Jeso,
Trago à tona um gargalo educacional que se arrasta como parasita da mão-de-obra do funcionalismo público municipal que são as escolas anexas estaduais implantadas no município de Santarém e que estão longe de serem assistidas de fato por quem de direito, ou seja, a rede estadual.
Nesses anexos, os espaços são da rede municipal, algo aceitável, porém fora isso e os professores, os demais servidores são da rede municipal – como por exemplo serventes e merendeiras, que são praticamente obrigados a desenvolver tais atividades para rede estadual sem remuneração adicional.
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E na atual gestão municipal, a vice-prefeita [Maria José Maia] se acha com poderes para querer obrigar que os servidores da rede municipal façam os trabalhos para a rede estadual sem direito de recusar.
Ora, se o filho é do estado, quem tem que arcar com as despesas é o estado. Com tal situação, quem sofre e paga todo o pato são os servidores municipais, que agora têm trabalho em dobro, pois são obrigados a preparar merenda para os alunos do Ensino Médio e fazer a limpeza das salas nas quais funcionam tais turmas.
Isso tudo é um absurdo, e conta com a conivência de diretores municipais e com a imposição dos gestores municipais. Isso não caracteriza exploração de mão-de-obra?