“1964 devia nos lembrar que uma esquerda aqui tem de ser dialogal, atenta aos vícios culturais do país, complexa e libertada da ‘ganga impura’ do patrimonialismo tradicional do Sarney ou do novo patrimonialismo de Estado que o PT inventou”
Arnaldo Jabor, cineasta e colunista de O Globo, em artigo ontem (25) sobre a golpe militar de 1964 no Brasil.
