A prefeita Maria do Carmo (PT) não tem dúvida: a juíza Gleide Pereira de Moura, do TJ (Tribunal de Justiça) do Pará, que mandou suspender os efeitos da liminar que retirou as famílias da área entre a rodovia Fernando Guilhon e o lago do Juá, “foi enganada na sua boa fé” pelos líderes da invasão.
Segundo a gestora santarena, a peça jurídica (agravo de instrumento) ajuizada pelo advogado Paulo Sarrazin Santos, a soldo de Ivanildo Leão Gomes, Vânia Cleuci Sousa e Jones Smiderle, é recheada de mentiras.
E enumerou algumas delas:
1) Que na área moravam “1.800 famílias humildes, que não têm para onde ir nem morar”;
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2) Que até o ano passado a área não era uma APA (Área de Preservação Ambiental), criada pelo governo Maria apenas em janeiro deste ano;
3) Que os invasores não provocaram nenhum dano ambiental na área;
4) Que as casas construídas no local, em madeira e alvenaria, são ecológicas e estruturalmente bem construídas.
AQUI, você pode ler a íntegra do agravo de instrumento.