Jeso Carneiro

Duas opiniões sobre o artigo “A vingança do arigó”, de Paulo Cidmil; repercussão

Duas opiniões sobre o artigo
Obras da Prefeitura de Santarém na praça Rodrigues dos Santos, hoje paralisadas por ordem judicial. Foto: Reprodução

Leia duas opiniões distintas sobre o artigo “A vingança do arigó”, publicado neste domingo (16) no portal JC e de autoria de Paulo Cidmil.

De Anselmo Colares, professor:

Li o texto e estou lendo algumas repercussões, quase sempre buscando desqualificar o conteúdo alegando discriminação descabida e generalizada ao povo nordestino. Não vejo isso no texto.

Há clara distinção para quem serve o chapéu, como se costuma dizer. Se o autor carrega nos adjetivos em alguns momentos é por conta do contexto, do tema ao qual se propôs abordar. Que ele seja combatido com uma nítida demonstração de que esteja equivocado.

E isso poderá acontecer com o prefeito e a parcela da população a qual o texto se refere, apresentando uma alternativa que corresponda ao que se espera de respeito ao patrimônio histórico-cultural desta terra, e de todos os povos.

Recomendo a leitura atenta. Para que a compreensão seja a mais ampla possível. Sem excessos, mas também sem deixar de entender o contexto e o propósito central do texto.


De Janaína Portela, leitora do JC:

Texto muito bem escrito, mas carregado de preconceito e xenofobia. Se o objetivo era atingir o Nélio Aguiar, sinto muito, atingiu a toda uma comunidade, que muito contribui na economia local.

Não votei neste prefeito, não concordo com a maioria de suas “obras” e sou uma apaixonada pela cultura local, assim como pela cultura das terras de meus pais. Só posso dizer, vc nada sabe, apesar de tão letrado e instruído.

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