O juiz de Direito da Comarca de Santarém (à época denominada de vila do Tapajós), Joaquim Rodrigues de Sousa, comparece perante a Câmara de Santarém, reunida em sessão permanente, onde reclamou da insegurança da vila, protestando contra o desvio de armas do quartel da Guarda Nacional e sua entrega a rebeldes cabanos. Enquanto se encontrava na Câmara, essa foi invadida por alguns líderes cabanos locais que atentaram contra a vida do juiz que, com a ajuda de amigos, conseguiu fugir e se refugiar na escuna Guajará.