
Morreu ontem, por volta das 23h30 em Santarém, Arnoldo Campos, famoso radialista na década de 1980, com passagem pelas extintas Rádio Clube e Tropical, além da Ponta Negra AM. Trabalhou também no rádio na cidade de Alenquer, no oeste do Pará.
Estava com 62 anos.
Natural de Fortaleza, Ceará, José Arnoldo Campos morreu de parada cardíaca, causada pelo grave estado de insuficiência respiratória que a acometia há vários dias.
Era fumante.
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O corpo do radialista está sendo velado desde as primeiras horas da manhã em sua residencia, na rua Quixadá, 16, bairro d Esperança.
Arnoldo deixa 13 filhos órfãos, entre os quais a jornalista Natasha Santana Campos, atual nº 1 da área de comunicação da WSP, provedora de internet.
“Ele foi não só locutor, mas também diretor da Rádio Clube. Deu oportunidade para muita gente trabalhar na área”, relembra o radialista santareno Jorge Carlos.
O enterro de Arnoldo Campos está previsto para as 16, no cemitério do distrito de Alter do Chão.
DEPOIMENTO
De Adilson Araújo:
“A morte ainda me surpreende. Principalmente quando, por acomodação, não promovo o reencontro com pessoas marcantes como o radialista Arnoldo Campos.
Trabalhamos com Arnoldo na rádio Tropical durante todo o período em que ele esteve lá, foi o auge do trepidantes. Ainda nessa época, eu era o DJ da boite Xingu, do Tropical Hotel e do Sonoro Flamengo, do amigo Rosalvo, e, eventualmente, fazia uns bicos no Trepidantes, quando o Arnaldo tinha vários eventos para sonorizar.
Foi um profissional ímpar, pela maneira diferente que fazia no rádio AM um estilo, na época, quase exclusivo das FM. Deu oportunidade para muitos iniciantes, entre todos eu destaco a, hoje admirável professora/mestra Dira Cordeiro, que foi destaque no radiojornalismo em Santarém.
É com muita tristeza que encaro essa perda. Tenho certeza que Arnoldo Campos cumpriu o seu papel profissional… ”
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