Dois comentários a propósito do post Historiador esquecido:
D professor doutor Anselmo Colares:
De fato, João Santos poderia ser mais lembrado. Creio que parte desse esquecimento tem a ver com o fato de que seus escritos foram mais de natureza analítica do que das curiosidades, que são os que terminam chamando mais a atenção dos leitores.
Outro aspecto que saliento é a dificuldade em termos acesso a produção deste ilustre santareno. Não seu o que acontece “nos bastidores”, mas fui informado de que o acerco que pertenceu a ele nunca foi disponibilizado, pela família, para que estudiosos de nossa história pudessem fazer consultas. Sem essa disponibilização, a tendência é mesmo o esquecimento. A não ser que alguém da familia se disponha a trazer a tona esse precioso tesouro que encontra-se submerso, ou melhor, talvez empoeirado em algumas estantes.
Pergunto: se tiver um pesquisador interessado em fazer uma pesquisa resgatando a memória e a produção do historiador João Santos, terá a autorização para, pelo menos, manusear seu acervo?
— ARTIGOS RELACIONADOS
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –
Do advogado alenquerense Ismaelino Valente:
Endosso inteiramente a queixa do Peninha. Na década de 1980, quando eu fiz parte do Conselho Municipal de Cultura de Santarém, juntamente com o Emir Bemerguy, o Bazinho Sirotheau, o Raul Loureiro, o maestro Isoca e outros, já cobrávamos a correta identificação da Casa da Cultura João Santos e a placa com sua foto e resumo biográfico.
Se ainda não não tem, renovo meu apelo à minha colega de Ministério Público, prefeita Maria do Carmo: mande suprir essa falta, pois o mestre João Santos bem que merece.