
Vivo, o maestro santareno Wilson Fonseca teria completado ontem (17) 105 anos.
Ele deixou um legado rico e variado de cerca de 1.600 peças musicais. Posto que é chama, imortalizou seu nome na arte musical amazônica.
Ouça um das criações do Maestro Isoca – “Um Poema de Amor” – que virou clássico. A interpretação é de Juliana Sinimbú; no piano, Vicente Fonseca, e teclados eletrônicos, Tynnôoko. A música foi criada em 1953.
Neste link, Um Poema de Amor.
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Outro clássico disponibilizado pelo portal Jeso Carneiro é “Terra Querida”, de 1961, com interpretação de Kaila Moura.
E mais este timaço: Sebastião Tapajós (violão, arranjos, produção e direção), Moacir Santos (violão), Djalma Pereira (violão e cavaquinho), Fagner Viana (violão e cavaquinho) e Márcio Jardim (percussão).
Ouça neste link.
Nos 105 anos do Maestro Isoca não poderia faltar “Canção de Minha Saudade”, de 1949.
No primeiro trecho dessa gravação, instrumental ao piano do próprio artista santareno. Na segunda parte, coral, saxofone e pianos. O coro é formado por Marina Monarcha, Madalena Aliverti, Maria Lídia Mendonça, Pedro Paulo Ayres de Mattos (“Pepê”), Paulo Ivan Campos e Francisco Campos.
Com a participação de familiares de Isoca: José Wilson Malheiros da Fonseca (saxofone-alto), Vicente Malheiros da Fonseca (piano acústico) e José Agostinho da Fonseca Neto (piano digital e regência).
Neste link, escute esse clássico.
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