Jeso Carneiro

Silêncio no tribunal pela morte do poeta

Pangaré. Foto: Jeso CarneiroUm minuto de silêncio em memória do advogado e poeta Edwaldo Pangaré Campos (foto) foi feito na manhã de hoje (14), antes do início do júri popular que tem como réu Raimundo Nonato Corrêa, 23 anos, acusado de crime passional.

A homenagem é repleta de coincidências. Eis algumas delas:

– Grande parte das poesias de Edwaldo são de incontidas paixões/deslumbramento por mulheres, de modo especial a sua ex-esposa Fátima Rabelo.

– Edwaldo morreu há exatos 7 dias, em Alter do Chão.  7 mulheres, só mulheres,  compõem o corpo de jurados que vão decidir pela culpa ou inocência do réu.

– O palco da morte de Edwaldo e Francineia Almeida, esposa do réu, é o mesmo: Alter do Chão.

A homenagem, extensiva à memória de Francineia e Marcelino Lourido (oficial de justiça falecido no mês de janeiro), foi feita a pedido do advogado Luís Alberto Pixica Mota, e acatada sem pestanejar pelo juiz Gerson Marra Gomes, que preside o julgamento.

Pixica é o advogado de defesa do réu.

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