Jeso Carneiro

Aprovação do governo Jailson, de Mojuí dos Campos, é de 60%, aponta pesquisa

Aprovação do governo Jailson, de Mojuí dos Campos, é de 60%, aponta pesquisa
Jailson Alves, governo aprovado pela população

Pesquisa de avaliação do governo do prefeito Jailson Alves (PSDB), de Mojuí dos Campos, oeste do Pará, concluiu que, a pouco mais de 1 anos para final do seu mandato, 60% dos eleitores do município aprovam e 29% desaprovam.

O levantamento foi realizado pelo Blog do Jeso/Destak nesta semana. 400 pessoas foram entrevistadas, pessoalmente e em casa, nas zonas rural e urbana. A margem de erro é de 3,5%, para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Reeleito em 2016, o tucano está impedido por lei de participar da disputa eleitoral do próximo ano. Até agora só ele ocupou o cargo. Mojuí dos Campos assumiu a condição de município, desmembrado de Santarém, em janeiro de 2013.

Sobre os principais problemas da cidade, o maior deles, na opinião dos entrevistados, é a Saúde (21,7%), seguido do desemprego (13,2%) e a falta de água (12,4%).

 

O levantamento aferiu o potencial de apoio de Jailson em relação ao seu sucessor. 55% disseram que apoiariam um nome indicado pelo tucano para sucedê-lo em 2021. Não votariam chega a 27% e os que poderiam votar somam 13%.

Confira mais 3 informações colhidas na pesquisa

O governador Helder Barbalho (MDB) tem a melhor avaliação das 3 esferas federativas: excelente (7%), boa (46%) e regular positivo (20%). Bolsonaro ocupa a última colocação: excelente (10%), boa (32%) e regular positivo (14%).

O potencial de apoio de Helder e Jailson, para candidatos a prefeitos em 2020, está empatado tecnicamente – dentro da margem de erro. Eleitores que disseram que apoiariam candidatos apoiados por eles somam: Helder (58%) e Jailson (55%). Bolsonaro chega a 46%.

Dentre os entrevistados, 48% garantiram que as respostas que deram ao pesquisador são “definitivas”. Ou seja, não deverão mudar de opinião até o dia da eleição. 40% responderam que “ainda podem mudar” e 7% que “dificilmente mudará” de opinião.

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