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	Comentários sobre: Inexistência de índios Borari gera polêmica	</title>
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	<description>Fatos e opiniões - Amazônia e Brasil. O portal Jeso Carneiro mostra o melhor conteúdo sobre o que acontece na Amazônia, Pará, Brasil e no mundo.</description>
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		Por: Paulo Cidmil		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 19:43:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112503&quot;&gt;Paulo Cidmil&lt;/a&gt;.

digo: socioeconômico cultural]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112503">Paulo Cidmil</a>.</p>
<p>digo: socioeconômico cultural</p>
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		<title>
		Por: Paulo Cidmil		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 04:56:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112502&quot;&gt;Araújo&lt;/a&gt;.

Araujo com toda certeza retornarei a região e seu convite pode ser uma boa oportunidade para conhecer melhor outros aspectos da atividade madeireira. 
Quanto ao plano de manejo, conforme entrevista com órgãos governamentais que tive contato, é fato que existe uma empresa com plano de manejo autorizado pelo governo e outra em processo de autorização. Existe tb extração de madeira em parceria com uma comunidade, ocorre que na região estão em atividade 06 empresas madeireiras atuando através de diversos arranjos jurídicos, sejam eles parcerias, prestação de serviços, etc.
Mas o que chama atenção é a quase inexistência de fiscalização e controle de produção e fiscal. Também constatei a inexistência de contra partida social e sobre os royalties ninguém no município ou Estado pode me esclarecer.
Continuarei o meu trabalho e  não desejo como resultado final algo com uma visão sectária e de puro preservacionismo.
Você como pessoa esclarecida deve saber como o capital se move e sabe que ele não tem ideologia, pátria, empenho humanista, espírito solidário ou coisa parecida. 
A única lógica do capital é produzir e acumular mais capital.  E quando ele encontra terreno fértil sem regulação, controle e fiscalização por parte do Estado, (que libera a 800 km de distancia um plano de manejo e desloca para o local dois profissionais para fiscalizar), desaparecem o direito do cidadão e o comunitário das camadas da população desprovidas do poder econômico.
Faltou apenas o Estado solicitar às empresas madeireiras a gentileza de se autofiscalizarem e aferirem o volume extraído para efeito de tributação. 
Essas mesmas madeireiras, como o Estado crê que sejam comprometidas com as demandas sociais, confia que farão investimentos que atendam as perspectivas de desenvolvimento socioeconômico social dos comunitários. Tudo perfeito! Só que minha ingenuidade não me permite acreditar nisso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112502">Araújo</a>.</p>
<p>Araujo com toda certeza retornarei a região e seu convite pode ser uma boa oportunidade para conhecer melhor outros aspectos da atividade madeireira.<br />
Quanto ao plano de manejo, conforme entrevista com órgãos governamentais que tive contato, é fato que existe uma empresa com plano de manejo autorizado pelo governo e outra em processo de autorização. Existe tb extração de madeira em parceria com uma comunidade, ocorre que na região estão em atividade 06 empresas madeireiras atuando através de diversos arranjos jurídicos, sejam eles parcerias, prestação de serviços, etc.<br />
Mas o que chama atenção é a quase inexistência de fiscalização e controle de produção e fiscal. Também constatei a inexistência de contra partida social e sobre os royalties ninguém no município ou Estado pode me esclarecer.<br />
Continuarei o meu trabalho e  não desejo como resultado final algo com uma visão sectária e de puro preservacionismo.<br />
Você como pessoa esclarecida deve saber como o capital se move e sabe que ele não tem ideologia, pátria, empenho humanista, espírito solidário ou coisa parecida.<br />
A única lógica do capital é produzir e acumular mais capital.  E quando ele encontra terreno fértil sem regulação, controle e fiscalização por parte do Estado, (que libera a 800 km de distancia um plano de manejo e desloca para o local dois profissionais para fiscalizar), desaparecem o direito do cidadão e o comunitário das camadas da população desprovidas do poder econômico.<br />
Faltou apenas o Estado solicitar às empresas madeireiras a gentileza de se autofiscalizarem e aferirem o volume extraído para efeito de tributação.<br />
Essas mesmas madeireiras, como o Estado crê que sejam comprometidas com as demandas sociais, confia que farão investimentos que atendam as perspectivas de desenvolvimento socioeconômico social dos comunitários. Tudo perfeito! Só que minha ingenuidade não me permite acreditar nisso.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Araújo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112502</link>

		<dc:creator><![CDATA[Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 20:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112501&quot;&gt;Paulo Cidmil&lt;/a&gt;.

Paulo, acho que vc teve uma impressão muito errônea mesmo..

Primeiro lugar, o lugar onde é extraído a madeira, fica a no mínimo 30km de onde vc esteve. Como é que vc pode ter visto a &quot;intensidade&quot;? Se for pelos caminhões que transportam, aí que vc se engana mesmo, pois justamente nessa época (final do verão) é que são transportada as toras para os portos.. por isso a impressão de ser grande o volume, mas esse rimo maior é só nessa época.. vale lembrar que no plano de manejo florestal sustentável o limite é de 30 m² por hectare (cerca de 4-5 arvores por ha). Para o leigo que vê as toras, acha que foi destruída toda a floresta.. por isso, da proxima vez, vá conhecer os planos de manejo de onde saíram as arvores.. você vai se surprender de como será bem recebido e ver que, após 5anos, nem se percebe o lugar onde foi extraída a madeira.

Outra coisa, forte pressão especulativa? Só se for na gleba onde vc esteve (Gleba lago grande.. que não é a mesma coisa que a Gleba Nova Olinda..). Como eu disse antes, na Gleba nova Olinda todas as comundidades tem suas areas regularizadas e registradas em cartório.. Ou seja, a realidade da Gleba Lago grande (Chachoeira do Aruã.. São José e etc..) é bem diferente da Gleba nova olinda..

Reintero meu convite a você..

Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112501">Paulo Cidmil</a>.</p>
<p>Paulo, acho que vc teve uma impressão muito errônea mesmo..</p>
<p>Primeiro lugar, o lugar onde é extraído a madeira, fica a no mínimo 30km de onde vc esteve. Como é que vc pode ter visto a &#8220;intensidade&#8221;? Se for pelos caminhões que transportam, aí que vc se engana mesmo, pois justamente nessa época (final do verão) é que são transportada as toras para os portos.. por isso a impressão de ser grande o volume, mas esse rimo maior é só nessa época.. vale lembrar que no plano de manejo florestal sustentável o limite é de 30 m² por hectare (cerca de 4-5 arvores por ha). Para o leigo que vê as toras, acha que foi destruída toda a floresta.. por isso, da proxima vez, vá conhecer os planos de manejo de onde saíram as arvores.. você vai se surprender de como será bem recebido e ver que, após 5anos, nem se percebe o lugar onde foi extraída a madeira.</p>
<p>Outra coisa, forte pressão especulativa? Só se for na gleba onde vc esteve (Gleba lago grande.. que não é a mesma coisa que a Gleba Nova Olinda..). Como eu disse antes, na Gleba nova Olinda todas as comundidades tem suas areas regularizadas e registradas em cartório.. Ou seja, a realidade da Gleba Lago grande (Chachoeira do Aruã.. São José e etc..) é bem diferente da Gleba nova olinda..</p>
<p>Reintero meu convite a você..</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Cidmil		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112501</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cidmil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 19:02:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112500&quot;&gt;Araújo&lt;/a&gt;.

Araujo estive por lá no final de novembro de 2012, visitei 4 comunidades, nenhuma que reinvidique a condição de índígena, fui a cachoeira do aruã e pude observar a intensidade com que se extrai madeira. 
Foi uma visita superficial mas o suficiente para observar a forte pressão especulativa sobre as terras acima do aruã e maró, diria até a partir da comunidade de São José I.
Poderia te falar outras coisas mas ainda estudo melhor esse enclave madeireiro em uma região com outras vocações econômicas além da extração madeireira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112500">Araújo</a>.</p>
<p>Araujo estive por lá no final de novembro de 2012, visitei 4 comunidades, nenhuma que reinvidique a condição de índígena, fui a cachoeira do aruã e pude observar a intensidade com que se extrai madeira.<br />
Foi uma visita superficial mas o suficiente para observar a forte pressão especulativa sobre as terras acima do aruã e maró, diria até a partir da comunidade de São José I.<br />
Poderia te falar outras coisas mas ainda estudo melhor esse enclave madeireiro em uma região com outras vocações econômicas além da extração madeireira</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Araújo		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112500</link>

		<dc:creator><![CDATA[Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 01:24:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pessoal.. por favor, vamos parar de baixaria? Quer dizer que o antropólogo em questão, simplesmente por causa de sua religião não pode fazer o seu estudo e dar seu parecer? 

Caramba, vamos deixar de hipocresia, só gringo e pessoal do sul que não consegue diferenciar caboclo e indígena.  Todos nós de santarém que conhecemos aquela região, sabe que ali é todo mundo cabocolo.. (Paulo Cidmil, você conhece in loco? Já foi lá? Qual foi a última vez? Se não foi nos últimos 5 anos, você está muito desatualizado.. por isso, te convido a ir lá fazer uma piracaia na minha casa para se informar melhor.. pois esse seu &quot;relatório&quot; é absurdo e digno de risos de tão fantasioso)

O que aconteceu é que de uns tempos pra cá andou por lá em padreco (me desculpe, mas quem faz isso não merece ser referenciado como líder da minha religião) convencendo e ensinando os caboclos a &quot;serem índios&quot;.. 

Se você não conhece a região, antes de exaltar esse pessoal que se diz indio da noite pro dia e de crucificar os empresários, vá conhecer in loco.. Vá tomar um banho nas praias do Arapiuns e se refrescar na linda cachoeira do aruã e converse com um nativo de lá.. pergunte pra ele como é essa história de índio, você descobrir que é um pequeno (mas barulhento) movimento em PARTE de apenas 3 comunidades (São 11 no total) que querem enfiar essa história guela-abaixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal.. por favor, vamos parar de baixaria? Quer dizer que o antropólogo em questão, simplesmente por causa de sua religião não pode fazer o seu estudo e dar seu parecer? </p>
<p>Caramba, vamos deixar de hipocresia, só gringo e pessoal do sul que não consegue diferenciar caboclo e indígena.  Todos nós de santarém que conhecemos aquela região, sabe que ali é todo mundo cabocolo.. (Paulo Cidmil, você conhece in loco? Já foi lá? Qual foi a última vez? Se não foi nos últimos 5 anos, você está muito desatualizado.. por isso, te convido a ir lá fazer uma piracaia na minha casa para se informar melhor.. pois esse seu &#8220;relatório&#8221; é absurdo e digno de risos de tão fantasioso)</p>
<p>O que aconteceu é que de uns tempos pra cá andou por lá em padreco (me desculpe, mas quem faz isso não merece ser referenciado como líder da minha religião) convencendo e ensinando os caboclos a &#8220;serem índios&#8221;.. </p>
<p>Se você não conhece a região, antes de exaltar esse pessoal que se diz indio da noite pro dia e de crucificar os empresários, vá conhecer in loco.. Vá tomar um banho nas praias do Arapiuns e se refrescar na linda cachoeira do aruã e converse com um nativo de lá.. pergunte pra ele como é essa história de índio, você descobrir que é um pequeno (mas barulhento) movimento em PARTE de apenas 3 comunidades (São 11 no total) que querem enfiar essa história guela-abaixo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jurisprudência 2		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112499</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jurisprudência 2]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 21:14:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jeso, depois de ler os 22 comentários (ter tempo, por está de férias), sobre os índios Borari. Percebi que o antropólogo, salvo engano, santareno; foi infeliz, tentando através da ciência que não deve conhecer tão bem de etnia. De fundo, deve estar defendendo interesses escusos e, recebendo money para formar elementos de convicção falsos. Por que, ele tbém não nega a existência dos índios mocorongos em nosso município ? Quem realmente comentou com seriedade e segurança, foi o Tiberio Alloggio. Inclusive, concordo com este, a versão negativa do antropólogo de que...; a quem interessa ? Totalmente inútil como ciência ou matéria informativa !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jeso, depois de ler os 22 comentários (ter tempo, por está de férias), sobre os índios Borari. Percebi que o antropólogo, salvo engano, santareno; foi infeliz, tentando através da ciência que não deve conhecer tão bem de etnia. De fundo, deve estar defendendo interesses escusos e, recebendo money para formar elementos de convicção falsos. Por que, ele tbém não nega a existência dos índios mocorongos em nosso município ? Quem realmente comentou com seriedade e segurança, foi o Tiberio Alloggio. Inclusive, concordo com este, a versão negativa do antropólogo de que&#8230;; a quem interessa ? Totalmente inútil como ciência ou matéria informativa !</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Andrade		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112498</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 17:19:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Antropólogo não falou novidade nenhuma.  Todo mundo que conhece a região sabe que há pelo menos 50 anos nunca se ouviu falar de índio.  Aos de poucos anos para trás que aparecem do nada caboclo fazendo curso em hotel caro para &quot;aprender&quot; ser índio.  E as pessoas que falam qu são, ou recebem para isso ou não conhecem nada sobre lá. Onde já se viu? Cacique que um parente veio de Belém e outro veio do Rio Grande do Norte e quer apitar aqui?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Antropólogo não falou novidade nenhuma.  Todo mundo que conhece a região sabe que há pelo menos 50 anos nunca se ouviu falar de índio.  Aos de poucos anos para trás que aparecem do nada caboclo fazendo curso em hotel caro para &#8220;aprender&#8221; ser índio.  E as pessoas que falam qu são, ou recebem para isso ou não conhecem nada sobre lá. Onde já se viu? Cacique que um parente veio de Belém e outro veio do Rio Grande do Norte e quer apitar aqui?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nego e não nego		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112497</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nego e não nego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 17:12:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tem gente falando que o edward foi comprado pelos madereiros porque eles querem as areas das comunidades, mas não tem nem noção como é lá a região. Todas as areas das comunidades já são regularizadas com título e registrado no cartório. Não tem porque madeireiro querer area de comunidade. Fala isso que não conhece a realidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem gente falando que o edward foi comprado pelos madereiros porque eles querem as areas das comunidades, mas não tem nem noção como é lá a região. Todas as areas das comunidades já são regularizadas com título e registrado no cartório. Não tem porque madeireiro querer area de comunidade. Fala isso que não conhece a realidade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jose		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112496</link>

		<dc:creator><![CDATA[jose]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 15:09:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112493&quot;&gt;Tiberio Alloggio&lt;/a&gt;.

ÍNDIOS,COLONOS todos vitimas deste nefasto poder que tudo pode!
O agricultor Gilzan Teixeira, uma das lideranças do Projeto de Assentamento Brasília, em Castelo de Sonhos, no município de Altamira, foi assassinado na zona urbana do distrito com uma facada no pescoço.
A polícia ainda investiga o caso, mas a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri), a Fundação Viver Produzir e Preservar (FVPP ) e o Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade acreditam que foi morto por causa de conflitos fundiários.
“Gilzan Teixeira Lima foi assassinado, como Brasília e Irmã Dorothy, com requintes de crueldade, visando calar a voz dos que se opõem ao latifúndio na região”, afirma nota de movimentos sociais do Pará publicado pela Comissão Pastoral da Terra – CPT.
Eis a nota na íntegra:
É com indignação e revolta que tomamos conhecimento do assassinato do companheiro Gilzan Teixeira Lima, um dos dirigentes do Projeto de Assentamento Brasília, em Castelo de Sonhos, município de Altamira. Gilzan era esposo da presidente da Associação do Assentamento, IZABEL, que vinha denunciando ameaça de morte contra ela.
O filho do casal sofreu atentado, em 2012, tendo sido baleado. ”Brasília” foi presidente do STTR de Castelo e lutava pelos direitos dos assentados desta área, quando foi brutalmente assassinado, em agosto de 2002. Ninguém foi condenado pelo assassinato de Brasília e nem de outros trabalhadores anônimos que tiveram suas vidas ceifadas na luta pela terra na BR-163.
O movimento social da Transamazônica classifica essa situação fato como resultado de uma política de reforma agrária lenta, ineficiente e, a partir deste fato, altamente preocupante. Nós já havíamos chamado a atenção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, na pessoa do Presidente do INCRA, sobre a ameaça de retomada de conflitos fundiários que culminariam com a perda de lideranças sindicais naquela região.
Nosso grito não foi suficiente para que o Incra efetivasse a sua obrigação na regularização fundiária. Infelizmente, o grito que ecoamos hoje, é um grito de dor pela confirmação das nossas previsões.
Exigimos que o Governo Federal assuma a condução imediata da resolução das causas dos conflitos fundiários e que haja imediatamente, por meio da Polícia Federal, na apuração e punição dos culpados. GILZAN TEIXEIRA LIMA foi assassinado, como Brasília e Irmã Dorothy, com requintes de crueldade, visando calar a voz dos que se opõem ao latifúndio na região.
Altamira-PA, 16 de março de 2013.
FETAGRI- Regional Transamazônica e Xingu
FVPP – Fundação Viver Produzir e Preservar
Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade – Altamira-PA
Fonte: Página do MST
Tags: agricultor, assassinato, conflito fundiário, Gilzan Teixeira, latifúndio
One Response to Mais um agricultor é executado pelo latifúndio em Altamira
1.	 
jose19 de março de 2013 às 17:37
jose disse:
15 de março de 2013 às 19:31
BLOG DO JESO https://www.jesocarneiro.com.br
No oeste do Estado do para em uma nova e progressista Cidade o”notório” Prefeito que deixou a presidência do sindicato do setor madeireiro para candidatar-se.
O Vice Prefeito Fazendeiro e Medico punido pelo IBAMA com a perda de quase 1000 cabeças de gado criado de maneira irregular em área embargada por destruição da floresta e que teima em continuar criando.
O Presidente do Sindicato dos Fazendeiros famigerado por defender quem desmata,derruba e destrói a Floresta Amazônica e quem especula desmatando a floresta para plantar pasto e depois vender com enormes lucros.
Os seus Secretários madeireiros, desmatadores e especuladores que lucram com a exploração criminosa da madeira e ou com a derrubada da floresta para plantar pasto e depois vender a área transformada em capim, incluindo ai até o seu secretario do Meio ambiente.
A organização criminosa toma o poder político local.
O saque a nossa Floresta patrimônio nacional ira aumentar.
Essa tomada do poder político local tende a acentuar os conflitos sociais e ambientais em nossa região!
Responder
jose disse:
16 de março de 2013 às 15:56
Esta quadrilha acaba de assassinar(mandar matar) Gilzan Teixeira de Lima um dos lideres do PDS BRASILIA – NOVO PROGRESSO .O PDS TEM ESTE NOME EM HOMENAGEM A OUTRO LÍDER TAMBÉM ASSASSINADO.
Responder]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112493">Tiberio Alloggio</a>.</p>
<p>ÍNDIOS,COLONOS todos vitimas deste nefasto poder que tudo pode!<br />
O agricultor Gilzan Teixeira, uma das lideranças do Projeto de Assentamento Brasília, em Castelo de Sonhos, no município de Altamira, foi assassinado na zona urbana do distrito com uma facada no pescoço.<br />
A polícia ainda investiga o caso, mas a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri), a Fundação Viver Produzir e Preservar (FVPP ) e o Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade acreditam que foi morto por causa de conflitos fundiários.<br />
“Gilzan Teixeira Lima foi assassinado, como Brasília e Irmã Dorothy, com requintes de crueldade, visando calar a voz dos que se opõem ao latifúndio na região”, afirma nota de movimentos sociais do Pará publicado pela Comissão Pastoral da Terra – CPT.<br />
Eis a nota na íntegra:<br />
É com indignação e revolta que tomamos conhecimento do assassinato do companheiro Gilzan Teixeira Lima, um dos dirigentes do Projeto de Assentamento Brasília, em Castelo de Sonhos, município de Altamira. Gilzan era esposo da presidente da Associação do Assentamento, IZABEL, que vinha denunciando ameaça de morte contra ela.<br />
O filho do casal sofreu atentado, em 2012, tendo sido baleado. ”Brasília” foi presidente do STTR de Castelo e lutava pelos direitos dos assentados desta área, quando foi brutalmente assassinado, em agosto de 2002. Ninguém foi condenado pelo assassinato de Brasília e nem de outros trabalhadores anônimos que tiveram suas vidas ceifadas na luta pela terra na BR-163.<br />
O movimento social da Transamazônica classifica essa situação fato como resultado de uma política de reforma agrária lenta, ineficiente e, a partir deste fato, altamente preocupante. Nós já havíamos chamado a atenção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, na pessoa do Presidente do INCRA, sobre a ameaça de retomada de conflitos fundiários que culminariam com a perda de lideranças sindicais naquela região.<br />
Nosso grito não foi suficiente para que o Incra efetivasse a sua obrigação na regularização fundiária. Infelizmente, o grito que ecoamos hoje, é um grito de dor pela confirmação das nossas previsões.<br />
Exigimos que o Governo Federal assuma a condução imediata da resolução das causas dos conflitos fundiários e que haja imediatamente, por meio da Polícia Federal, na apuração e punição dos culpados. GILZAN TEIXEIRA LIMA foi assassinado, como Brasília e Irmã Dorothy, com requintes de crueldade, visando calar a voz dos que se opõem ao latifúndio na região.<br />
Altamira-PA, 16 de março de 2013.<br />
FETAGRI- Regional Transamazônica e Xingu<br />
FVPP – Fundação Viver Produzir e Preservar<br />
Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade – Altamira-PA<br />
Fonte: Página do MST<br />
Tags: agricultor, assassinato, conflito fundiário, Gilzan Teixeira, latifúndio<br />
One Response to Mais um agricultor é executado pelo latifúndio em Altamira<br />
1.<br />
jose19 de março de 2013 às 17:37<br />
jose disse:<br />
15 de março de 2013 às 19:31<br />
BLOG DO JESO <a href="https://www.jesocarneiro.com.br" rel="ugc">https://www.jesocarneiro.com.br</a><br />
No oeste do Estado do para em uma nova e progressista Cidade o”notório” Prefeito que deixou a presidência do sindicato do setor madeireiro para candidatar-se.<br />
O Vice Prefeito Fazendeiro e Medico punido pelo IBAMA com a perda de quase 1000 cabeças de gado criado de maneira irregular em área embargada por destruição da floresta e que teima em continuar criando.<br />
O Presidente do Sindicato dos Fazendeiros famigerado por defender quem desmata,derruba e destrói a Floresta Amazônica e quem especula desmatando a floresta para plantar pasto e depois vender com enormes lucros.<br />
Os seus Secretários madeireiros, desmatadores e especuladores que lucram com a exploração criminosa da madeira e ou com a derrubada da floresta para plantar pasto e depois vender a área transformada em capim, incluindo ai até o seu secretario do Meio ambiente.<br />
A organização criminosa toma o poder político local.<br />
O saque a nossa Floresta patrimônio nacional ira aumentar.<br />
Essa tomada do poder político local tende a acentuar os conflitos sociais e ambientais em nossa região!<br />
Responder<br />
jose disse:<br />
16 de março de 2013 às 15:56<br />
Esta quadrilha acaba de assassinar(mandar matar) Gilzan Teixeira de Lima um dos lideres do PDS BRASILIA – NOVO PROGRESSO .O PDS TEM ESTE NOME EM HOMENAGEM A OUTRO LÍDER TAMBÉM ASSASSINADO.<br />
Responder</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Daniela Castro		</title>
		<link>https://www.jesocarneiro.com.br/oeste-do-para/inexistencia-de-indios-borari-gera-polemica.html#comment-112495</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniela Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 13:53:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jesocarneiro.com.br/?p=48048#comment-112495</guid>

					<description><![CDATA[Acho que vale ler o texto do Leandro Mahalem de Lima (Mestre e doutorando em Antropologia Social na Universidade de São Paulo). ‘Uma resposta possível à “lógica e inequívoca interpretação antropológica” do missionário antropólogo Edward Luz’. E os nossos professores antropólogos da UFOPA também podem contribuir com informações confiáveis.

Aos interessados acessar link abaixo:
https://racismoambiental.net.br/2013/03/muito-importante-uma-resposta-possivel-a-logica-e-inequivoca-interpretacao-antropologica-do-missionario-antropologo-edward-luz/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que vale ler o texto do Leandro Mahalem de Lima (Mestre e doutorando em Antropologia Social na Universidade de São Paulo). ‘Uma resposta possível à “lógica e inequívoca interpretação antropológica” do missionário antropólogo Edward Luz’. E os nossos professores antropólogos da UFOPA também podem contribuir com informações confiáveis.</p>
<p>Aos interessados acessar link abaixo:<br />
<a href="https://racismoambiental.net.br/2013/03/muito-importante-uma-resposta-possivel-a-logica-e-inequivoca-interpretacao-antropologica-do-missionario-antropologo-edward-luz/" rel="nofollow ugc">https://racismoambiental.net.br/2013/03/muito-importante-uma-resposta-possivel-a-logica-e-inequivoca-interpretacao-antropologica-do-missionario-antropologo-edward-luz/</a></p>
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