
Contraponto do leitor Paulo Cidmil a propósito da matéria Ativista da divisão do PA em Brasília diz que novo projeto que cria o Tapajós “não deve prosperar”:
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Agora que a região oeste é um território estratégico para a expansão e apropriação de terras pelo agronegócio, seguimento econômico que na região atua politicamente em parceria com o setor madeireiro e garimpeiro, avalio que essa iniciativa do senador [Siqueira Campos, do DEM], apesar do erro apontado pelo jornalista, não é um tiro isolado em busca de votos.
Desde 2006 o agronegócio muda sua postura no campo visando se desvencilhar dos massacres e mortes de lideranças que se tornaram escândalos internacionais e prejudicavam os negócios.
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Então, passaram a trabalhar para ampliar a sua bancada no Congresso visando mudar a legislação ambiental para que atendam aos seus interesses.
Atuam em bloco. Nesse sentido, tem forte aliança com a bancada da bala e da bíblia. Essa atuação do setor agroexportador no Congresso é analisada por estudiosos como agroestratégias.
Hoje o Estado do Tapajós está na alça de mira de desejos do agronegócio. Já possuem os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins, Goias, Oeste da Bahia e o Sul do Maranhão e Piauí. Agora esta em curso a tomada de posse do Tapajós.
A criação do estado pode ser o caminho mais curto. Para isso, possuem fortes alianças e votos suficientes na Câmara e no Senado.