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Caso Sirsan-Adepará: desvio de R$ 100 mil.
Sirsan e Adepará “arrombam” os cofres públicos.
Pior: ela ainda recebe o DAS 4 (cerca de R$ 3 mil) por conta do cargo que ela já não ocupa.
Cinthia Sobral é acusada de improbidade administrativa pelo MP (Ministério Público) do Pará. Ela teria agido criminosamente em conluio com o empresário do ramo de auto-peças Adinor Batista, atual vice-presidente do Sirsan (Sindicato Rural de Santarém).