Jeso Carneiro

Jordy: cheiro de armação

Vice-presidente do PPS em Santarém, Nerivaldo César comenta o post Jordy: uma candidatura que sangra:

Jeso,

No jogo político, tudo vale, inclusive o jogo sujo e de baixo nível. Não detenho procuração para defender o deputado Jordy, mas possa afirmar que atualmente na política paraense, homem público com seu caráter são raros de se vê.

Sou testemunha das muitas vindas de Jordy a Santarém, Óbidos e Alenquer em momentos bem anteriores à confirmação (autorização) da consulta plebiscitária, e NUNCA OUVI do parlamentar qualquer afirmação no sentido que era favorável ou não à redivisão do Pará. Sempre posicionou-se favorável ao DEBATE das idéias, da viabilidade e principalmente dos benefícios ou não aos interessados.

Cheguei a entrar em choque com o mesmo quando este se posicionou publicamente contra a divisão do Estado, já em meio da referida campanha. Afirmei-lhe de seu equívoco, no entanto, como a mim cabia o direito de defender a divisão, a ele, da mesma forma, cabia o direito de defender a unificação. Ao confrontá-lo, Jordy me afirmou que estava convencido, na sua visão, que o melhor seria o Pará unificado. Putos pra cá ficamos com ele, mas democracia é isso!

Nesta questão que envolve o áudio, não percebo que Jordy tenha determinado qualquer suposto aborto. É um diálogo nebuloso, que deixa claro apenas, aqui sim, a armação evidente à que foi submetido o deputado.

Há muito alvejam Jordy por seu prestigio junto à população que o tem conduzido a importantes cargos públicos, mas principalmente porque através de sua atuação na CPI da Pedofilia, no Pará. Grandes e poderosos foram à cadeias, fossem políticos, padres, pastores, parentes de governantes, etc., e agora principalmente por seu credenciamento à Prefeitura de Belém.

Aos que interessam destruir Jordy, a “pseuda” ética que invocam contra o aborto, é mera desculpa para tomarem espaço dos que na vida pública (como Jordy) não tem mácula alguma.

O cheiro de armação está no ar.

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