* No Pará, Dilma terá dois palanques: PT-PMDB e PSDB-PSD
Folha de S. Paulo
O ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), formalizou ontem apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.
“Acreditamos que o melhor para o Brasil é a continuidade do governo Dilma Rousseff”, disse Kassab, que reuniu a cúpula de seu partido para definir apoios. Ao lado da própria Dilma, disse que “desde o início” sabia que essa aliança “ia acontecer”.
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Kassab fez a ressalva de que a sigla terá atuação independente no Congresso, sem adesão formal à base governista.
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Segundo ele, o PSD não vai “pleitear nada”. O ministro Afif Domingos (Secretaria da Micro e Pequena Empresa) não é tratado como uma indicação partidária, afirmou.
“O partido, para ser do governo, não precisa ter cargos. No futuro governo, caso a presidente se reeleja, essa é a nossa vontade, nós iremos sim participar do governo, inclusive fazendo indicações. Se perdermos, vamos para a oposição”, ressaltou.
Leia mais em Apoio do PSD à reeleição de Dilma é formalizado.
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Nota do blog:
Esse acerto político acima terá reflexos decisivos no Pará. A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, terá dois palanques no estado: o da aliança PT-PMDB (e seus satélites) e o da aliança PSD-PSDB (e seus satélites). Melhor para esse último grupo, que ganha um reforço nacional de peso. Ou seja, PT-PMDB não vão mais surfar sozinhos na onda Dilma-virtual-vitoriosa-da-eleição-no-primeiro-turno.