
A federação a ser oficializada nesta terça-feira (19) entre União Brasil e PP deverá aprovar até o final do ano uma diretriz determinando o desembarque dos partidos do governo Lula, mas conterá exceções para permanência temporária de ministros em caráter “pessoal”.
Segundo a Folha de S. Paulo, na sua edição de hoje (18), isso possibilitará que os quatro ministros que representam as duas legendas – o paraense Celso Sabino (Turismo), Waldez Góes (Integração Regional) e Frederico de Siqueira (Comunicações), do União, além de André Fufuca (Esporte), do PP – permaneçam na gestão federal sem correrem risco de punição.
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A avaliação é que não valeria a pena o desgaste de um embate com os ministros, sendo que eles terão de sair do governo em abril do ano que vem, para disputar as eleições – a exceção é Siqueira, que tem perfil técnico.
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Além disso, há uma compreensão de que os ministros dependem do apoio de Lula para seus projetos eleitorais. Sabino deve disputar o Senado pelo Pará, Fufuca, pelo Maranhão, e Góes, pelo Amapá.
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