
O deputado estadual Nélio Aguiar (PMN), porém, explicitou hoje (20) nas redes sociais que os decretos de estado de emergência que viraram moda no Pará com a posse dos novos prefeitos foram decididos “sem critério que possa justificar o ato”.
Mais grave ainda, segundo o parlamentar santareno.
– O que se tem visto com essa prática é ser utilizada para comprar e executar obras sem fazer licitação.
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Além de Santarém, mergulharam nessas trevas licitatórias por 90 dias, municípios como Rurópolis (Pablo Genuíno) e Monte Alegre (Sérgio Monteiro), só para citar 3 exemplos.