As novas sacolas plásticas são degradáveis em até 18 meses, recicláveis e 100% ecológicas.
O produto é 30% mais caro do que as sacolas feitas de plástico comum. No entanto, ao entregar as amostras aos funcionários do grupo, o presidente César Ramalheiro confirmou que a decisão do CR é de “não repassar os custos para o consumidor, pois a preservação do meio ambiente é um ato de cidadania e dever de todos”, reiterando a posição da empresa de agir em defesa da preservação do planeta.
O CR já estuda essa mudança há algum tempo, preocupado com a reutilização que seus clientes dão às sacolas plásticas.
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Junto com o Instituto CR, a empresa desenvolveu ações para substituição das sacolas plásticas por sacolas retornáveis feitas de tecido. Porém, como a maioria dos seus clientes ainda prefere as sacolas plásticas, coube à diretoria decidir adotar a sacola oxi-biodegradável.