Pesadelo
A noite vem como meu algoz sórdido,
estrangula meu peito, retira meu ar aos poucos,
fazendo doer cada parte do meu corpo.
Rouba meus sentidos,
retem meus pensamentos.
Fico no limite da morte e do não viver.
Silêncio no tribunal do tempo.
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A noite escura de uma luta interminável.
Sobrevivo ao abrir os olhos e ver
os primeiros raios de sol nas frestas
das janelas da minha essência,
O amanhecer em mim.
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De Lumar, poeta amazônica nascida em Santarém, do Tapajós.
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