por Sérgio Couto (*)
É meu dever levar ao conhecimento de todos a verdade sobre o que se passa na atual administração da OAB-Pará, amparado em DOCUMENTO IDÔNEO e ISENTO, produzido por auditores independentes de fora do Estado, que dão o testemunho indesmentível, porque solidamente plantado em elementos comprobatórios, sobre a situação caótica em que encontraram a administração de nossa querida instituição, a primeira, em toda a história da OAB a ser colocada sob intervenção do CFOAB.
Confiram-se alguns trechos do Relatório da Intervenção na OAB/Pará, firmado pelo Dr. Roberto Busato, e levado ao conhecimento e aprovação do Plenário do CFOAB, que teria “inocentado” o Jarbas, segundo a versão enganosa dele próprio, mas que, na verdade, constituí um verdadeiro libelo contra o mesmo:
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RELATÓRIO DA INTERVENÇÃO: SOBRE O FUNCIONALISMO: “no momento em que ocorreu a intervenção… (a OAB/Pará) …encontrava-se com sua folha de pagamento de pessoal sobrecarregada, representando 49% da arrecadação de anuidade”; “Na verdade, o Conselho Seccional havia sido inchado de novos funcionários”; “evidente excesso de pessoal”.
Comentário: Desde antes das eleições de 2009, publiquei uma série de artigos denunciando a inevitável “peterização” que se abateria sobre a OAB-Pará, caso o Jarbas do Carmo fosse eleito presidente, tal como foi.
Aliás, eu e a Avelina só nos candidatamos (embora sabendo das dificuldades que teríamos em enfrentar a coalizão que se formou para dar o resultado que deu) para lutar, até onde pudéssemos, contra a eleição do Jarbas, a quem sempre consideremos despreparado para dirigir a OAB-Pará.
Ele já havia até renunciado a um cargo de diretoria, na administração da Avelina. Logo após tomar posse, o resultado não foi outro: o Jarbas do Carmo começou com uma despedida em massa dos velhos funcionários da OAB-PA, e da Caixa de Assistência, que haviam sido treinados continuamente durante anos para exercer suas tarefas.
Nas vagas abertas com as demissões (que custaram milhares e milhares de reais em indenizações. Basta conferir nos relatórios anuais, disponíveis na página da OAB-Pará) foram colocados apaniguados do PT-Partido dos Trabalhadores, sem experiência nem treinamento.
Esse desmonte de nossa infraestrutura técnica e operacional, para atender a interesses partidário do Jarbas, era só o começo da derrocada administrativa da instituição.
Além do inchamento do quadro de funcionários, usou-se de um outro estratagema para acolher os indicados pelo PT: terceirizar serviços. O resultado não poderia ser outro: exaustão da folha de pagamento. Esse caos de comprometer quase a metade do orçamento com pessoal, sem deixar recursos suficientes para investimentos (recuperação de nosso prédio histórico, por exemplo) espantou o interventor Roberto Busato. Mas o pior não foi isso. Pior foram outras manobras que vieram a seguir.
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* É conselheiro honorário vitalício da OAB-Pará. Reside em Belém. E-mail: sergiocouto@sergiocouto.adv.br