por Maria Auxiliadora Azevedo (*)
No decorrer dos tempos, estamos vivenciando um intenso processo de mudanças individuais e coletivas, que estão marcando o nosso existir.
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A dor do processo é proporcional ao quanto resistimos às transformações, ao quanto temos dificuldades de nos desapegarmos do que está “sepultado em vida”. Modificar é atributo da energia inerte no céu do nosso querer, basta ativa-lo. Porém, para isso precisamos nos entregar ao novo, à conscientização de potenciais paralisados, de sentimentos adormecidos e da vida vivida sem plenitude.
O chegar dos anos, representa a necessária responsabilidade e maturidade na maneira como vivenciamos as emoções, as idéias e o sonhar.
No bojo do novo paradigma, temos a responsabilidade no uso dos recursos emocionais para o melhor equilíbrio e aprimoramento humano. Estamos todos envolvidos numa espécie de renascer das cinzas, como a ave mitológica.
Portanto, nesse movimento de mudanças devemos perceber e ressaltar a importância da conexão com o eterno, a espiritualidade e os movimentos políticos, artísticos, culturais e sociais. Mudança não tem preço, tem valor.
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* É leitora contumaz do blog.