
R$ 2.178.367,30.
É a milionária cifra acima que o MPT (Ministério Público do Trabalho) está cobrando da Prefeitura de Juruti, oeste do Pará, por recorrentes descumprimentos de TACs (Termo de Ajuste de Conduta) sobre contratações irregulares de servidores temporários e sem concurso público.
No último dia 21, a juíza titular da Vara do Trabalho de Óbidos, Meise Oliveira dos Anjos, determinou a expedição de mandado de citação para que a Prefeitura de Juruti pague a quantia ou embarque o processo “no prazo legal”.
O prefeito Henrique Costa (PT) só tomou conhecimento da decisão hoje de manhã, 26, depois que o Blog do Jeso, no seu canal no WhatsAPP, antecipou a informação.
Os TACs foram assinados e aditivados, segundo o MPT, nas gestões de Henrique Costa (2005-2012) e Marquinho Dolzane (2013-2016).
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Nesse período foram realizados 2 concursos públicos (2006 e 2010), ainda assim o município continuou contratando servidores temporários e não fez a convocação de todos os aprovados no concurso.
A prática continuou na gestão de Marquinho Dolzane (PSD).
No ano de 2013, por exemplo, ele contratou um total de 688 servidores temporários.
OUTRO LADO
O prefeito Henrique Costa afirma que não descumpriu os TACs. Ele culpa o ex-prefeito Marquinho Dolzane pelo problema. “Vamos recorrer, e claro denunciar o ex-prefeito por improbidade administrativa”.
O espaço está aberto para o contraditório do ex-prefeito Marquinho Dolzane, que não foi localizado pelo blog.
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