
Océlio de Morais é o novo imortal da Academia Paraense de Letras (APL), eleito na noite desta quinta (26) com 31 dos 33 acadêmicos votantes. Um voto foi em branco e outro nulo. O quociente mínimo à eleição é de 21 votos.
O novo imortal é PhD em Direitos Humanos e Democracia pelo Ius Gentium Conimbridge da Faculdade de Direito de Coimbra (Portugal), doutor em Relações Sociais (direito previdenciário pela PUC,SP), mestre em direito constitucional pela UFPA, e juiz federal do trabalho, aprovado em 1º lugar no concurso público de provas e títulos.
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Océlio de Morais é autor de 12 livros individuais nos gêneros da literatura, das ciências jurídicas e do humanismo filosófico, além de diversas obras em parcerias, o professor, jornalista, poeta cronista e magistrado federal Océlio de Morais foi eleito,
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Ele ocupará a cadeira perpétua n° 08, então ocupada pelo acadêmico Gengis Freire, falecido em 2019.
Océlio de Jesus de Morais é natural da cidade de Monte Alegre (PA), sendo o primeiro filho daquela cidade a torna-se imortal da APL. É, também, o primeiro presidente da Academia Brasileira de Direito da Seguridade Social (ABDSS), do qual foi o idealizador e fundador com outros renomados cientistas sociais brasileiros.
Sobre a sua eleição à APL, Océlio de de Jesus Carneiro de Morais reputou sua eleição como “uma bênção especial de Deus à sua vida” e registrou sua “gratidão a todos os acadêmicos e acadêmicas pela confiança, manifestada pelos votos, depositada em meu nome”.
Academia Paraense de Jornalismo e APLJ
Acrescentou que “integrar a APL era um objetivo especial e sempre presente de sua vida de escritor, poeta e cronista porque considera o ambiente ideal às reflexões acerca da cultura, da filosofia e do humanismo como forma de crescimento existencial compartilhando com todos os imortais das letras os ideários da Academia”.
“Quero compartilhar objetivos pessoais e coletivos nessas áreas de conhecimento, quero bem servir a Academia, quero contribuir com o implemento de todos os objetivos da Academia”, disse Océlio de Morais, que também já é integrante da Academia Paraense de Jornalismo (APJ) e da Academia Paraense de Letras Jurídicas (APLJ).
Océlio de Morais, que recentemente lançou o ensaio científico “Humanismo”. E depois de …”, pela editora Alteridade, foi jornalista profissional do jornal O liberal, na primeira década de 1990, ingressando no jornalismo a partir da revisão do jornal, passando à repórter, editor, colunista e chefe de reportagem, tendo sido também chefiado a reportagem da TV Liberal. No jornalismo, Océlio Morais foi o vencedor do prêmio nacional de jornalismo impresso “Henfil”, realizado pela Federação Nacional dos Jornalistas.