
No embalo do ditado “desgraça pouca é bobagem”, a oposição em Terra Santa avistou mais lama, graúda, na gestão do prefeito reeleito Marcílio Picanço (PSD).
Desta vez, em pagamentos irregulares feitos por ele com dinheiro dos royalties da bauxita, ou Cfem (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), atualmente maior fonte de receita do município.
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Por lei (nº 7.990 e 8.001), dinheiro dos royalties não pode ser usado para pagamento de dívidas e de pessoal permanente.
O prefeito, segundo a bancada do PMDB, estaria burlando a lei. E tem provas com as digitais do gestor na prática das irregularidades.
Marcílio, é claro, nega.
A bancada do PMDB foi quem denunciou o prefeito de fraudar licitações em Terra Santa. No mês passado, o plenário do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios), à unanimidade, acatou uma dessas denúncias.