Jeso Carneiro

Queda na produção de bauxita, pela MRN, em Terra Santa, oeste do PA

Queda na produção de bauxita, pela MRN, em Terra Santaá
Terra Santa: queda na produção de bauxita, segundo Lúcio Flávio Pinto. Foto: Reprodução/Agência Pará

A atividade da Mineração Rio do Norte (MRN) no município de Terra Santa, oeste do Pará, está decrescendo. A informação é de Lúcio Flávio Pinto.

Em 2019, segundo o jornalista, o faturamento da MRN, que é a maior produtora de bauxita do Brasil e uma das maiores do mundo, foi no valor de R$ 228 milhões. No ano passado, baixou para R$ 186 milhões, queda de quase 20% em 1 ano.

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A extração do minério no vale do rio Trombetas começou em 1979, em Oriximiná, a terceira maior cidade do oeste paraense. No mês passado a cota-parte de ICMS de Oriximiná foi de R$ 5,6 milhões. A de Terra Santa, R$ 170 mil.

A maior cota foi a de Santarém (R$ 7,7 milhões), seguida por Itaituba (R$ 6,1 milhões), Jacareacanga (R$ 5,5 milhões) e Juruti (R$ 2,6 milhões), onde a multinacional Alcoa também faz lavra de bauxita.

Terra Santa é gerida desde 2017 pelo prefeito Doca Albuquerque (PSD).

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