Contraponto de Everaldo Martins Filho (foto) médico e militante do PT, ao post A monarquia oligárquica seduziu o PT:
Mas precisa ser uma boa candidatura partidária. Que tenha participado da história e da construção do PT, de suas lutas e das conquistas, principalmente com papel de dirigente e mantendo o partido unido, mesmo com sua diversidade de ideias socialistas, democráticas.
Não vale só ter sido oposição, só ter torcido contra. Também tem que ter chances eleitorais, com viabilidade de governar, se ganhar. E que fortaleça a reeleição da Presidenta em 2014. Pode ser o companheiro Paulo Rocha, nosso presidente de honra no Pará. Mas a eleição também é para o Senado, onde vão disputar Mário Couto, atual senador, e Marinor, do PSOL.
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O PT tem mais nomes, sem dúvida. Mas tem mais força, além, depois da derrota estadual de 2010? Por que dividir a oposição e deixar a situação se perpetuar com o PSDB, que já governa o Pará há 15 anos? Amarelo que abandonou o Oeste do estado e Santarém, tucano que transferiu o nosso sonho do Estado do Tapajós de modo humilhante.
Por que não juntar com o PMDB para derrotar nossos algozes? Por que correr o risco de deixar para o segundo turno, como dizem querer petistas que se beneficiaram diretamente da aliança com o PMDB em 2006? E que têm maior responsabilidade pela derrota de 2010.
Por que, ainda, se quem dirige a máquina do estado pode vencer no 1° turno, de primeira? Ou é isso que se busca e pronto? Finalmente, por que não ouvir o PT nacional e o companheiro Lula?
Tibério, não foram as múmias que fizeram do Egito um passado de pirâmides. Foram os faraós mais novos. Os últimos. A velhice é a soma da infância, da juventude e da maturidade. Temos a idade de cada ano que vivemos. E mais idade, quanto mais velhos e mais experientes. O rejuvenescer com os netos é indispensável para a vida continuar. Mas não há nova geração sem as primeiras.