Da lavra do juiz Rafael Grehs, o artigo “Dez por cento do garçom”: análise jurídica, levado ao ar neste blog em junho, continua sendo comentado. Abaixo, o comentário do leitor que se assina Rodrigo:
Sou dono de restaurante e essa questão é polêmica. Nós não cobramos 10% (até por que é opcional o pagamento). Muito menos colocamos a taxa incluída no preço final do produto (os impostos, custos, etc… estão incluídos como toda empresa faz – até a empresa de energia faz isso).
Na minha opinião 10% é gorjeta. O cliente dá gorjeta se quiser.
O que vejo diariamente é que a maioria dos clientes paga os 10% do garçon, que no nosso caso pedimos que seja dividido entre todos os funcionários (pedimos, não obrigamos). Afinal de contas, o garçon serviu, mas quem preparou foi a cozinha, quem limpou foi a faxineira, e por assim vai…