Do leitor que se assina Ivo Mapiri, sobre o post O “viés autoritário” do “anjo vingador”:
Não tenho o objetivo de rebater ou criticar o ponto de vista do Sr Samuel, mas gostaria de contribuir que existem várias formas de gritarias e escândalos.
Uma das mais comuns é o ato de alguém ignorar o outro transmitindo uma mensagem “gritando” que não somos importantes, que não somos dignos de amor, que não prestamos, que somos culpados, que vamos ficar sozinhos.
Não é a toa que nas prisões a solitária é o mais temido dos castigos. Essa conduta de “gelar” o outro, chama-se indiferença. Essa palavrinha tão inocente é a porta de entrada das injustiças cometidas pelo homem.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Assim mostrou a história quando os judeus foram passivamente massacrados pelos nazistas, enquanto a humanidade comportava-se como lordes ingleses numa caça a raposa. É na perfeição insossa da indiferença e do silêncio que se escondem os grandes felinos predadores da Savana Africana.
Concordo que no STF existe predadores, mas não é o ministro Joaquim Barbosa, essas características da indiferença nota-se somente nos semblantes complacentes do ministro Lewandowsky e Toffoli que fazem, do ponto de vista jurídico, não ideológico ou partidário, verdadeiros malabarismos para justificar e sustentar o insustentável.
Deviamos ter mais barracos na República. Pelo que já fez nesse julgamento, o ministro Joaquim Barbosa merece os nossos aplausos e admiração, pela sua origem, curriculum e outros mais atributos que sustentam o chamado MÉRITO.