Do leitor Joaquim Onésimo, sobre o post Um programa para Ufopa pós-Seixas Lourenço:
Já a neutralidade, essa se torna impossível, uma vez que todos, indistintamente, dentro da universidade, tendem ao lado político, e tendem a levar os que menos se envolvem a ele, a também levantar bandeiras. O próprio reitor escolhido fará isso acontecer.
A universidade é um espaço de debate, de conceitos, de fomentação científica, mas não escapa do viés político, principalmente de partidos que se opõem à ideologia de direita, centro ou esquerda.
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Aí podemos perceber o caso do PSOL, certamente do Rede e de outros partidos nanicos, que, sob um argumento revolucionário, acabam minando a universidade, impedindo sua neutralidade.
Seria bom se, não apenas na universidade, mas em todos os órgão públicos, essa neutralidade fosse possível, mas não é. Logo, qualquer proposta que caminhe para esse eixo se torna obsoleta ou inviável.