Com contas reprovadas pelo TCM (Tribunal de Contas dos Municípios), ano de 2002, o boto Cor de Rosa, de Alter do Chão, responde a processo por improbidade administrativa na 8ª Vara Cível de Santarém.
O alvo é Joel Pereira Coelho, número 1 da agremiação cultural à época do repasse da verba pelo município de Santarém – cerca de R$ 8,5 mil.
A ação que pede o ressarcimento ao erário público tramita desde março de 2010.A torneira dos recursos públicos aos botos de Alter do Chão não foi fechada.
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Eles chegam às duas agremiações através de uma ONG, chamada IPA (Instituto Planalto Amazônia), com sede na comunidade do Cipoal), e via Comissão Organizadora e Coordenadora do Festival Folclórico do Sairé).
Semana passada, a IPA recebeu da governo Alexandre Von (PSDB) R$ 105 mil. A comissão do Sairé irá receber, “pelo apoio ao evento”, R$ 440 mil no total.
O boto Cor de Rosa, assim como o seu rival Tucuxi, também são alvos de ações de execução estrajudicial por supostos calotes aplicados a empresas em Santarém, entre as quais a Central de Ferros da Amazônia e Malharia Santarém.
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