
O projeto tem como coordenadora a antropóloga Fabíola Andréa Silva, do Museu de Arquelogia e Etnologia. Ela tem 24 meses para conclui-lo.
Ela irá fazer um levantamento bibliográfico, documental e etnoarqueológico da trajetória dos indíos Asurini, do rio Xingu, desde do século XIX até os dias atuais.
Os Asurini são famosos nacionalmente pela expressiva pintura corporal.
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O contato deles com os brancos ocorreu em 1971.
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