
A defesa de Reginaldo Campos (PSC) pediu a suspeição do juiz Rômulo Nogueira de Brito, que conduz o processo da operação Perfuga em curso na 2ª Vara Criminal de Santarém, com alegação de falta de isenção do magistrado no julgamento do vereador.
Em despacho ontem, 25, Rômulo Brito determinou o encaminhamento da petição ao TJ (Tribunal de Justiça) do Pará, a quem caberá decidir sobre o caso.
Entre as queixas contra o juiz apresentadas pela defesa do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Santarém (2015-2016) estão a “quebra de sigilo” do processo da Perfuga, além da decisão “arbitrária” de transferência de Reginaldo para a penitenciária de Cucurunã, e não para o quartel da PM, onde o parlamentar hoje se encontra.
E ainda: “atuação de ofício na fase de investigação” de Rômulo Brito, “pré-julgamento” e a “necessidade de julgamento justo e imparcial”.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Leia também
Reginaldo Campos será notificado hoje pela Comissão Processante da Câmara