O padre José Nicolino de Souza dá início à primeira viagem ao rio Cuminá. De seu “diário” extraímos o seguinte texto escrito neste dia: “Já com deliciosa sensação contemplava as aprazíveis margens do maravilhoso Trombeta, suas águas cortadas por vigorosos remos mostravam em seus alvíssimos borbulhões a realidade de sua pureza. Chegamos ao Achipicá ao entrar da noite e pernoitamos em casa do ancião Pita”.