Carta Régia dirigida ao governador do Maranhão e Grão Pará, Antonio de Albuquerque Coelho de Carvalho, ordenando “que se continue o arrendamento do Pesqueiro (na Ilha de Joannes), fazendo-se aos contratadores medida da malha para as redes ou dando-lhes marca para os tamanhos das tainhas que ainda é mais seguro para com isso se não matar o peixe miúdo”. Naquela época, já havia a preocupação do peixe que estava se esgotando, por conta dos pescadores pescarem tanto o peixe graúdo como o miúdo no Pesqueiro Real do Marajó.