Nada menos do que 7 dos 8 nomes arrolados no processo número 1 (o mais antigo) originário da Operação Faroeste não apresentaram defesa na fase chamada “alegações finais”, a última antes da sentença final do juiz responsável pelo caso, Airton Portela.
Por causa disso, o martelo ainda não será batido.
No Leia Mais, abaixo, veja quem não fez a sua defesa final.
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Só o titular da pasta municipal de Agricultura, o advogado Osmando Figueiredo, foi quem apresentou a sua defesa final.
Fez mais: alegando o princípio da equidade (isonomia de tratamento), pediu a exclusão do seu nome do processo, tal como foi feito com os advogados Cirillo Maranha e Jecivaldo Queiroz no processo número 2, decidida pelo juiz Francisco Garcês de Castro Júnior no final de fevereiro deste ano.
PROCESSO MAIS ANTIGO (Nº 1)
1. ALMIR DE LIMA BRANDAO
Servidor do Incra/PA (Representante do Serviço Nacional de Cadastro Rural, responsável pela emissão do CCIR – Certificado de Cadastro de Imóvel Rural).
2. ANDREZA ACASSIA MARTINS MARQUES
Filha de Ângelo (servidor do Incra em Belém), proprietária de escritório de regularização fundiária na cidade de Santarém.
3. ANGELO DE SOUZA MARQUES
Servidor do Incra em Belém (atuação na área de cartografia).
4. ELIZANDRA KELEN CARDOSO DOS ANJOS
Auxiliar de Jorge Bartolomeu, servidor do Incra em Santarém.
5. ERMINO MORAES PEREIRA
6. JORGE BARTOLOMEU PEREIRA BARBOSA
Servidor do Incra em Santarém.
7. ONELIA KZAN NOGUEIRA BARBOSA
Esposa e auxiliar de Jorge Bartolomeu, servidor do Incra em Santarém.