
Do leitor que se assina Raimundo Oliveira sobre a morte de Mário Jorge Parente de Souza, engenheiro florestal santareno, de ideais socialistas. O santareno foi mais uma vítima da covid-19 em Belém (PA).
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Vá em paz meu amigo Jorge, “a experiência da amizade parece ter suas raízes fora do tempo, na eternidade. Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre…diante do amigo sabemos que não estamos sós. E alegria maior não pode existir”.
Meu amigo, você viveu intensamente seu tempo, foi extremamente crítico em relação as desigualdades sociais e profundamento humano e amoroso com seus amigos.
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Conheci o Jorge na Ceuma (Casa de Estudantes Universitário do Baixo Amazonas) no final da década de oitenta, e naquela época já era muito coerente em relação as suas utopias, conseguia corporificar suas idéias socialista em atos.
Sempre se preocupou em cuidar dos calouros que chegavam na casa sem muitos recursos, dividindo o que tinha.
Para família, que Deus conforte seus corações, que seu espirito de luz, de luta por um mundo mais humano e bonito nunca se apague, como dizia o poeta que imagens de saudade são pedaços do nosso próprio corpo, que o tempo levou.
Tudo que amamos se transforma em parte da gente. Vá em Paz, sua energia vital (Ki) ecoa agora em todo universo”.