Jeso Carneiro

Chefe de Gabinete da Alepa e titular da Semed de Marituba entre os alvos da PF e CGU; veja a lista dos alvos

Chefe de Gabinete da Alepa e titular da Semed de Marituba entre os alvos da PF e CGU; veja a lista dos alvos
Chicão, presidente da Alepa, e o seu chefe de Gabinete, Fabrício Correa. Foto: reprodução

A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), cumpriu na manhã desta terça-feira (2) mandados de busca e apreensão e prisão preventiva em uma operação que mira desvios em contratos da Saúde e Educação no Pará que somam R$ 198 milhões.

Ela foi batizada de operação Expertise.

Confira a lista dos alvos da PF e CGU apurados pelo jornalista Fábio Serapião, do portal Metrópoles.

Cinco dos investigados foram presos preventivamente.

FNS e Fundeb

As ações da PF e da CGU também incluem a aplicação de monitoramento eletrônico em uma pessoa, afastamento de 6 servidores públicos e suspensão, por tempo indeterminado, das atividades econômicas de 4 empresas investigadas, incluindo contratos firmados e atualmente vigentes com órgãos do Pará e do município de Marituba (PA).

A operação Expertise apura a atuação de uma organização criminosa voltada ao cometimento de crimes contra a administração pública e a lavagem de dinheiro, mediante a contratação fraudulenta de empresas por diversos órgãos públicos estaduais e municipais do Pará, por meio da utilização de recursos federais oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

Segundo a PF, as investigações mostram a existência de um “modus operandi” que envolve empresários, servidores públicos e empresas de fachada.

Atas de preços

O esquema também inclui o direcionamento de licitações, adesões irregulares a atas de registro de preços, simulação ou execução parcial de contratos administrativos, repasses de vultosos valores públicos e, posteriormente, o saque em espécie e redistribuição desses recursos entre os agentes integrantes da organização.

As ações contaram com a participação de 65 policiais federais e 06 auditores da CGU. Os investigados poderão responder por crimes relacionados à lei de licitações, peculato, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, advocacia administrativa, falsidade ideológica e lavagem de capitais.

Com informações do portal Metrópoles

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