A defesa de André Luís da Silva Suleiman recorreu ao TRF1 (Tribunal Regional Federal), 1ª Região, em Brasília, para livrá-lo das medidas cautelares diversas de prisão, entre os quais o uso de tornozeleira eletrônica, impostas pelo juiz Érico Pinheiro, da 2ª Vara Federal em Santarém.
André Suleiman é réu da Madeira Limpa, operação deflagrada na região oeste do Pará em agosto de 2015 pela Polícia Federal, sob a coordenação do MPF (Ministério Público Federal).
Depois de sua prisão, ele conseguiu habeas corpus, ficou livre. Mas não se reapresentou à Justiça quando o HC foi derrubado.
Declarado foragido, entregou-se espontaneamente em novembro de 2016, quando sua prisão preventiva foi substituída por cautelar.
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Desde então, a defesa de Suleiman tem requerido a revogação das medidas cautelares. Sem êxito. O pedido mais recente foi formulado em setembro deste ano.
“Indefiro o pedido. O réu não apresenta fatos novos aptos a ensejar o posicionamento do juízo quanto à necessidade da medida. O acusado permaneceu foragido por considerável período quando vigente a ordem de sua prisão preventiva, razão pela qual a medida imposta é essencial para se assegurar a aplicação da lei penal.”, justificou o magistrado.
RELATOR
No TRF1, o recurso (agravo) caiu nas mãos do desembargador federal Mário César Ribeiro. Que já recebeu informações detalhadas sobre o caso de Érico Pinheiro.
A defesa de André Suleiman aguarda a decisão do desembargador.
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