Estadão Online

O órgão, que tem status de ministério (o 39º da atual estrutura), teve a criação sancionada pela presidente Dilma Rousseff na quinta-feira. A expectativa é que a pasta seja oferecida ao PSD do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Segundo Aécio, a atual administração federal “se entregou à lógica da reeleição”.
“Reformas ministeriais, em qualquer democracia mais avançada, pressupõe a melhoria da qualidade da prestação do serviço público e até mesmo o enxugamento da máquina. No Brasil, reforma ministerial serve para aumentar os custos do governo e garantir alguns segundos a mais de propaganda eleitoral para a atual presidente”, afirmou o tucano.
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“Mais esse ministério, a meu ver, não resolverá o problema da pequena e micro empresa. Elas precisam de apoio, sim, mas precisam de verbas, de um BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) que não privilegie apenas os grandes conglomerados”, acrescentou.
Leia mais em Em procissão, Aécio Neves critica criação de novo ministério.