Por uma razão muito simples: a maioria já fez acertos ou com o candidato da máquina municipal e federal (Inácio Corrêa, do PT) ou com o da máquina estadual (Alexandre Von, do PSDB).
Diante desse cenário, a hipótese do PSC entrar na disputa majoritária (prefeito e vice) sozinho é cada vez mais real.
A dobradinha perfeita que Rubson acalenta é ele e, como vice, o vereador Reginaldo Campos (PSB).
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No entanto, as ligações que o parlamentar evangélico tem com as duas máquinas (municipal e estadual) o colocam na condição de carta praticamente fora do baralho de um acerto com o PSC.
Isolado, o partido de Zequinha Marinho entra na corrida à Prefeitura de Santarém com um fratura exposta: tempo esquálido de rádio e TV na propaganda eleitoral.
Tal qual o PSOL de Márcio Pinto. Mas, neste caso, por uma questão bem diferente: ideológica.
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